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Vale do Jiquiriçá e Médio Rio de Contas formarão primeiro Consórcio de Saúde do Estado

Posted by Ed Santos | sexta-feira, 24 de abril de 2015 | Posted in


O governador Rui Costa recebeu nesta sexta-feira (24), em Maracás, na região sudoeste, o protocolo de criação do Consórcio de Saúde do Vale do Jiquiriçá e Médio Rio de Contas, que envolverá 29 municípios. Este é o primeiro grupo de cidades a entregar a documentação necessária para a formação do consórcio, que agora segue para assinatura do governador e apreciação na Assembléia Legislativa e Câmaras Municipais.
“Eu lancei o desafio aos prefeitos. Queria ver quem faria o primeiro consórcio e hoje recebi a boa noticia. Volto à região em breve para formalizar a criação”. Os Consórcios de Saúde vão ser criados em toda a Bahia, como forma de regionalizar o atendimento e a realização de exames médicos.

Inaugurações

O bairro Irmã Dulce, localizado no município de Maracás, no sudoeste baiano, recebeu novos investimentos que fazem jus à homenagem feita à beata baiana, que dedicou parte da vida para viabilizar atendimento médico a quem mais precisava. Entre as obras mais recentes inauguradas no local, uma é a Unidade Básica de Saúde (UBS), que também leva o nome de Irmã Dulce, e a outra é a creche, que passou por reforma total e ampliação para abrigar 220 crianças de dois a cinco anos.
Cerca de 1,3 mil famílias moram no bairro que, há aproximadamente um ano, também foi contemplado com moradias do programa Minha Casa, Minha Vida. Na manhã desta sexta-feira (24), o governador Rui Costa, acompanhado de outras autoridades, visitou as instalações da UBS, que dispõe de consultórios médicos e odontológico, além de salas para vacinação, curativos e entrega de medicamentos. Ele também inaugurou os serviços de pavimentação asfáltica e drenagem na Avenida Brasília.
“A unidade de saúde e a creche Irmã Dulce são prioridades para um bairro popular como este. São dois elementos fundamentais para desenvolver a comunidade. [A UBS] tem uma construção de alto padrão, uma equipe já instalada, que começa a funcionar imediatamente”, disse o governador.
Foram investidos R$ 427 mil na UBS, com recursos das três esferas de governo. De acordo com a secretária de Saúde de Maracás, Ilze Novaes, a equipe da unidade é composta por médico clínico, enfermeira, agentes comunitários de saúde, técnico de enfermagem, técnico de saúde bucal e um dentista.
“E agora fomos beneficiados pelo Nasf [Núcleo de Apoio à Saúde da Família], que é uma iniciativa formada por profissionais de várias áreas como fisioterapeutas, nutricionistas, assistente social, farmacêutico e educador físico que, juntos, vão dar apoio à equipe da Atenção Básica”, explica Ilze.
Ainda de acordo com a secretária, os atendimentos prestados pela UBS beneficiam uma área com cerca de quatro mil moradores. “Esta unidade foi construída em um dos bairros mais carentes da cidade. Um local que possui uma estrutura social favorável para a equipe trabalhar. Para a comunidade será muito importante e para que a equipe possa oferecer saúde de qualidade e para todos”.

Visita a escolas

Em cumprimento às metas previstas pelo programa estadual Educar para Melhorar – Um Pacto pela Educação, Rui Costa afirmou que, desde o início da gestão, já visitou 61 colégios e escolas. Em Maracás, ele foi ao Colégio Normal Municipal e ao Colégio Estadual Edilson Freire. Nas duas escolas, o governador e o secretário da Educação, Osvaldo Barreto, foram recepcionados com apresentações culturais, entre elas, recitais, teatro, dança e filarmônicas.
Barreto informou que, durante as viagens de Rui Costa ao interior, tem sido observada boa vontade dos prefeitos em melhorar os índices educacionais. “O governador tem dado ênfase muito grande à educação. Nas viagens que ele fez a 32 municípios nestes dois meses de governo, ele tem visitado escolas estaduais e municipais. Quando o governador lançou o programa, ele teve em mente exatamente isso, visando à união de esforços para transferir a educação na Bahia”.

Fotos: Manu Dias AGECOM-BA

Divulgados nomes de mortos e feridos em acidente com micro-ônibus da Prefeitura de Ipiaú

Posted by Ed Santos | | Posted in


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou, no final da manhã desta sexta-feira (24), os nomes dos mortos e dos feridos no grave acidente na BR-101 envolvendo um micro-ônibus da Prefeitura de Ipiaú. Morreram duas pessoas: Maria de Lourdes dos Santos no local do acidente e Judite Cordeiro Oliveira (50) pouco depois de dar entrada no Hospital de Base. Foram 16 os feridos: Gutembergue de Almeida Rosa (34); Luciana Souza de Jesus (29); Ivonildes Ramos dos Anjos (56); Maiane Ventura dos Santos (23); Wagner Andrade; Jorge Artur do Nascimento Meireles (70), Joélio de Jesus Santos (33); Neilza Oliveira Santos (32); Wagner Oliveira de Andrade, Lirane Ramos Bidu (32); Gilson de Souza Santos (52); Rogério Santos da Silva (35); Ângela Maria Nery Lemos (57); Gerson de Souza; Antônio Cristiano Neves de Souza (59) e Rafael Neves de Souza (22).
O micro-ônibus saiu de Ipiaú na manhã desta segunda-feira com destino a Itabuna para levar pacientes para realizar exames médicos. Por volta das 7h, à cerca de 15 km de Itabuna, o motorista perdeu o controle do veículo ao trafegar numa curva. O micro-ônibus saiu da pista e capotou diversas vezes. A maior parte das vítimas foi projetada para fora do veículo.
Esquipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestaram socorro e encaminharam as vítimas para o Hospital de Base. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, poucos passageiros usavam cinto de segurança. Na hora do acidente chovia forte. Um laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) deve apontar as causas do acidente. (Giro em Ipiaú)

Jacuipense faz história e elimina o Paraná fora de casa na Copa do Brasil

Posted by Ed Santos | | Posted in

Na noite da última quinta-feira, 23, pelo jogo de volta da Copa do Brasil, o Jacuipense venceu nos pênaltis Paraná Clube e avança inesperadamente para a segunda fase da Copa do Brasil 2015. No tempo normal o time baiano venceu pelo placar de 1 x 0, com o veterano Nadson marcando o único gol da partida, levando assim a partida para os pênaltis que acabou sendo vencida pelo time baiano por 5 x 4. Na próxima fase da competição, o adversário do time baiano será o Náutico, que eliminou o Brasília.
Nas cobranças, Lucio Flavio, Ricardinho, Paulo Henrique e Osmar converteram para o Paraná. Já Cleiton perdeu. Por outro lado, todos os jogadores da equipe baiana (Marclei, Bruno Silva, Thiago Lima, Edcarlos e Nádson) marcaram. Na segunda fase, estará enfrentando o Náutico. Os jogos já têm datas marcadas. A partida de ida será na próxima quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no Valfredão. Já a volta ocorre no dia 5 de maio, uma terça-feira, às 21h, na Arena Pernambuco.

CHOMSKY: EMPRESAS FARÃO DE TUDO CONTRA DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA

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Ignacio Ramonet: Uma reflexão sobre política externa dos Estados Unidos e a sua rivalidade com a China. Pensa, como alguns analistas, que a China será o grande rival estratégico dos Estados Unidos no século XXI? E que consequências pode ter isto para a marcha do mundo em geral e para o destino dos Estados Unidos?
Noam Chomsky: A China desenvolve-se de uma maneira muito eficiente. Começou no ano de 1949, quando conquistou a independência. Há uma expressão para isso no discurso norte-americano, diz-se “a perda da China”, é muito interessante... “a perda da China”... Não se pode “perder” algo do qual não se é dono. Mas, nos Estados Unidos, damos por assente que somos os donos do mundo, e se algum país se afasta do nosso lado, “perdemo-lo”...
A China é hoje uma produtora offshore das fábricas norte-americanas. As principais empresas dos EUA produzem na China, importam da China. Ou seja: as nossas principais empresas importam bens baratos da China e obtêm ganhos extraordinários. Uma empresa norte-americana pode dispor de uma mão-de-obra reprimida, muito barata, onde o Estado controla muito diretamente os trabalhadores; não tem de se preocupar com a contaminação e outras coisas: é uma forma muito inteligente de ganhar dinheiro. Assim, há vínculos comerciais, financeiros e industriais muito fortes. Ao mesmo tempo, a China tem as ambições normais de uma superpotência. Por exemplo, a China, se prestar atenção ao mapa, está rodeada ao Leste por um cordão de protetorados dos Estados Unidos que controlam as suas águas territoriais. Isso a China não gosta. Os chineses querem expandir-se pelas suas próprias águas offshore. Surge assim um conflito potencial bastante grave entre a China, por um lado, e os EUA e o Japão pelo outro. E esse conflito diz respeito ao conjunto do Pacífico Ocidental. É uma região onde o Japão, durante a sua época imperial, tinha todas as suas forças. E continua a controlar uma boa parte. E a China não gosta disso. Neste momento, os caças japoneses e chineses passam continuamente sobre ilhas que não têm nenhum interesse. Nalgum momento isto pode desembocar numa guerra.
Não obstante, muito se falou da nova potência da China no século XXI. Acho que há um tremendo exagero. O crescimento da China foi forte durante muitos anos, mas continua a ser um país muito pobre. Se reparar, por exemplo, no índice de desenvolvimento humano da ONU, acho que a China está na posição noventa e não sai daí. Tem problemas internos importantes, o movimento laboral está a romper as cadeias, há muitas greves, protestos, problemas ecológicos tremendos, as pessoas falam de poluição, mas é muito pior: há destruição dos recursos agrícolas, que são limitados; está a passar por extraordinários problemas que os Estados Unidos e a Europa não têm, continuando a ter uma enorme pobreza. E não está a ponto de se transformar numa potência hegemónica.O mesmo sucede entre os EUA e China; a política externa de Obama para Ásia é mandar forças militares para a Austrália, e construir uma enorme base militar numa ilha próxima à China. Não diz que é uma base militar, mas é-o certamente. Os Estados Unidos têm, a poucos quilómetros da China, a base de Okinawa, cuja população se opõe redondamente à sua permanência. O Japão controla esse território, e os EUA querem manter as bases nessa zona. E novas bases estão a ser construídas e a expandir-se com a frontal objeção da população e da China, que olha tudo como uma ameaça. E tem razão. Ou seja: há um confronto potencial não somente com os EUA, como também com os países vizinhos, como as Filipinas, o Vietname e o Japão, é claro. É um problema de tensão. Da mesma forma há um problema económico, uma tremenda interação económica, de produção, de finanças, de importação, etc. De maneira que certamente vai continuar a ser um tema importantíssimo nos assuntos internacionais.
De maneira que a pressão dos EUA e do Japão sobre a China, a partir do Leste, está a empurrá-la para a Ásia Central, e um dos desenvolvimentos recentes mais importantes dos assuntos mundiais é o estabelecimento do que se chama a Organização de Cooperação de Xangai (OCS) que tem a China como base, mas que inclui a Rússia, os Estados centrais asiáticos, a Índia, e o Irão como observador. Está a deslocar-se também para a Turquia, e talvez vá continuar a expandir-se para a Europa, com o que seria reconstituído algo parecido com a velha “rota da seda”, que saía da China e ia para a Europa. Washington não gosta disso. Os Estados Unidos pediram para ser observadores no seio da OCS, mas foi recusado; o Irão e outros países têm esse estatuto de observador, mas aos Estados Unidos foi negado. Aliás, a OCS pediu a saída de todas as bases militares norte-americanas da Ásia Central. A Ásia tem grandes recursos; o confronto atual com a Rússia está a empurrar o Kremlin a ter relações mais próximas, mais estreitas com a China, sendo a China a potência dominante e a Rússia menos. Mas é como um desenvolvimento natural, por assim dizer. A parte oriental da Rússia tem grandes recursos, minerais, petróleo, etc. E isso poderia permitir aproximar ainda mais a China da Rússia. Pode-se ver uma espécie de sistema eurasiano ou eurásico, com melhores vínculos, mais estreitos. Por exemplo, hoje pode-se tomar um comboio de alta velocidade desde a China ao Cazaquistão, e no entanto não se pode tomar um comboio de alta velocidade de Boston para a Europa, mas sim de Pequim ao Cazaquistão. Faz parte do desenvolvimento que estamos a ver e é algo bastante forte; e alguns estrategas norte-americanos consideram-no uma NATO com base na China. Talvez o seja. Talvez. Em tal caso, há grandes avanços, e tem razão ao dizer que são ameaças potenciais nos assuntos internacionais, que poderiam se transformar em perigosos.

Gostaria agora de lhe fazer duas perguntas sobre a comunicação de massas. A primeira é uma grande preocupação que existe, no mundo do jornalismo, sobre a crise da imprensa escrita. Há uma enorme crise, muitos jornais estão a desaparecer, muitos jornalistas estão a perder o emprego. E a pergunta é: o jornalismo de papel vai continuar a existir? Que consequências pode ter o desaparecimento do jornalismo de papel?
Não acho que seja inevitável. Há algumas exceções interessantes. Por exemplo, no México. Acho que o La Jornada é atualmente o segundo jornal diário mais importante, que se lê muito amplamente, ainda que os empresários não gostem disso de forma alguma, e por isso não anunciam nele; se repararmos, não há publicidade de marcas, só publicidade do governo; porque a lei mexicana assim o exige, exige que o governo faça a sua publicidade oficial em todos os diários. Assim, o La Jornada sobrevive, e pode ver que muita gente o lê. O La Jornada é um jornal diário de boa qualidade e está a sobreviver. E acho que não se trata de uma coisa impossível.
Na Declaração dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), um dos artigos, acho que é o 19, fala da liberdade de imprensa. E diz que a liberdade da imprensa tem dois aspetos: o direito a gerar uma informação livre do controlo governamental, mas também o direito de receber informação e de ter a oportunidade de gerar informação livremente. O que significa sem concentração de capitais. A imprensa rica, complexa e independente, do século XIX e princípios do XX, sucumbiu. Sucumbiu por duas causas: a primeira, a concentração de capitais, que significava que se investia grandes quantidades de capital na imprensa comercial privada. E a segunda, a dependência da publicidade. Quando se depende da publicidade, são os anunciantes que começam a ter impacto no jornal. Se virmos um jornal moderno atual, é um negócio; e como qualquer outro negócio, tem de gerar um produto com o seu mercado, esse mercado são as outras empresas que fazem publicidade; e os produtos são os leitores. Mas os produtos não subsidiam um jornal. Hoje o jornal vende publicidade às empresas, tal como a televisão. Não se paga quando se liga a televisão, mas a empresa, que é o canal, vende o público aos seus anunciantes; e é aí que se vê um grande esforço, onde está a parte criativa: a publicidade. Na indústria da televisão, a publicidade é o verdadeiro conteúdo. A história é simplesmente um recheio, o que vemos entre dois espaços publicitários. Essa é a estrutura básica da televisão comercial. Na imprensa escrita há um termo: o buraco das notícias. Como se faz? Primeiro põe-se a publicidade, que é o importante; e depois recheia-se um pouquinho aqui e lá com umas notícias [risos]. Essa é a estrutura natural dos meios de comunicação comerciais. Este tema foi uma batalha durante séculos. E o que se viu na Argentina recentemente: será que a liberdade de imprensa é apenas a liberdade das empresas privadas fazerem o que lhes dá na gana? Ou a liberdade de imprensa também teria de compreender o que diz a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos, ou seja: o direito das pessoas receberem informação de muitas fontes, e de terem a oportunidade de se juntarem, de gerar e produzir informação a partir de muitas fontes?

Recentemente esteve em Londres para visitar Julian Assange, o fundador da WikiLeaks, na Embaixada do Equador – eu tinha estado com ele nuns dias dantes – e, por outro lado, Edward Snowden, com as suas revelações, também demonstrou a existência de todo o sistema de vigilância, desmascarando algumas ações dos Estados, o poder dos Estados em matéria de vigilância e de ocultação da informação. Ou seja, por um lado, a WikiLeaks, por outro lado, fontes como Snowden, que utilizam a Internet, as redes sociais, que nos ensinaram muito, ultimamente, em matéria de informação. Pensa que este tipo de jornalismo novo é algo que se vai desenvolver num futuro próximo em termos de comunicação e de emancipação intelectual, com a tomada de consciência dos cidadãos?
A sua pergunta sobre os meios de comunicação impressos situa-se nesse contexto. Poderia haver meios impressos e com muita vitalidade, mas têm de ter uma responsabilidade pública. E quando se fala de subsídios governamentais, se o governo é democrático, significa subsídios públicos; significa que é o público quem participa para garantir um meio no qual a informação esteja disponível em toda uma gama de fontes; e que muitos grupos diferentes tenham a oportunidade de apresentar os seus próprios factos, as suas próprias interpretações, as suas análises, as suas investigações, etc. Essa seria uma versão enriquecida da liberdade de imprensa. E pode ser conseguida mas, tal como as demais formas de democratização, é preciso mobilização pública. As empresas privadas vão fazer o impossível para impedi-lo. Está aí a Argentina para prová-lo. Mas acontece em todos os lados.
A resposta, como à maioria das perguntas, é que depende do que façam os cidadãos. Sem lugar a dúvidas, qualquer sistema de poder vai impedi-lo tanto quanto puder, dentro das suas possibilidades. Assange está refugiado na Embaixada do Equador em Londres, e a Grã-Bretanha está a pagar muitíssimo para que não escape pela porta. Como sabem, Assange está em piores condições que as da prisão, porque na prisão pode-se ver a luz do dia, a não ser que esteja na solitária; mas ele não pode. Snowden está na Rússia, sabe o que ocorreu com o voo de Evo Morais, o presidente da Bolívia que voava de Moscovo para a Bolívia, e os países europeus – França, Espanha, e outros – intercetaram-no por ordem do Grande Amo em Washington... Uma coisa incrível! Finalmente, o avião teve de aterrar na Áustria. A polícia imediatamente entrou no avião para certificar-se de que Snowden não estava escondido na cabine. Estas são, diretamente, violações de protocolos diplomáticos, que mostram duas coisas; primeiro, a dedicação extrema do governo de Obama a castigar Assange, e depois, em segundo lugar, quão servil é a Europa ao Grande Amo norte-americano. Um fenómeno muito interessante.
Obama vai além, castigou mais whistleblowers do que qualquer outro presidente. Há uma lei nos EUA, a lei de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial. Obama usou-a para evitar este tipo de revelações à sociedade, como fizeram Assange e Snowden. O governo vai impor o indizível para proteger-se do seu “inimigo principal”. E o “inimigo principal” de qualquer governo é a sua própria população. Há muitas provas disto que, aqui [na Argentina], se podem entender. Da mesma maneira que as grandes empresas privadas vão proteger o seu controlo tirânico sobre qualquer aspeto da vida dentro do possível; para estes whistleblowers, a luta por uma informação livre e transparente é uma coisa quase natural. Terão sucesso? Bom, é como saber se a ditadura argentina poderia voltar a tomar o poder. Isso depende das pessoas. Se Snowden, Assange e outros fazem o que fazem, fazem-no na sua qualidade de cidadãos. Estão a ajudar o público a descobrir o que fazem os seus próprios governos. Acaso existe uma tarefa mais nobre para um cidadão livre? E Obama castiga-os severamente. Agora, se isto vai continuar ou não, vai depender de como respondam os cidadãos.

Fonte: Le Monde Diplomatique. Tradução: Esquerda.net

Bandidos tomam caminhonete em Ubatã

Posted by Ed Santos | quinta-feira, 23 de abril de 2015 | Posted in

Segundo a Polícia, uma caminhonete Hilux Preta de placa JRS 8115 foi tomada de assalto nesta tarde (23/4/15) em Ubatã, por aproximadamente 6 elementos armados de pistola. Após a ação seguiram com o veículo sentido Ipiaú e deixaram a vitima amarrada no mato. Ainda de acordo com as informações, havia um veículo Corsa Sedan de cor branca no apoio aos bandidos.
A vítima contou a polícia que os meliantes chegou a perguntar se o mesmo era policial e se estava armado e que um deles disse: "se for polícia derruba!"
Entre as características do veículo roubado destaca-se uma lanterna traseira do lado do motorista quebrada e duas faixas com o nome Hillux escritas na porta do motorista

Os criminosos teriam dito que iriam usar o carro para fazer uma "fita" (algum tipo de crime).

Políticos de Itiruçu recepcionarão Governador Rui Costa em Maracás

Posted by Ed Santos | | Posted in

Várias lideranças políticas de Itiruçu estarão indo até a cidade de Maracás na manhã desta sexta feira (24), para prestigiarem a chegada do Governador Rui Costa. O Governador virá a Maracás, para além de inaugurar obras, receber dos prefeitos do Vale do Jiquiriça e do Médio Rio de Contas, o documento que firma o Consórcio Regional de Saúde que reivindica a construção de uma Policlínica para realização de exames complexos em Jequié. A Policlínica atenderá a todos os municípios de ambas as regiões e terá investimento de 60% para do Governo do Estado e 40% das Prefeituras dos municípios.
Em Maracás será inaugurada uma nova Unidade Básica de Saúde. A estrutura está instalada no bairro Irmã Dulce e recebeu investimentos de R$ 427,6 mil, dos governos estadual, federal e da prefeitura local.
A unidade tem consultórios, laboratório, farmácia, sala de acolhimento ao cidadão e oferecerá exames laboratoriais, consultas, exame preventivo, pré-natal, além de procedimentos odontológicos.
A população de Maracás receberá ainda a conclusão de uma das principais obras de pavimentação da cidade, o asfalto e drenagem da Avenida Brasília, que vai da Praça da Feira ao final do bairro Ayrton Senna, e passa pela frente do Colégio Estadual Edílson Freire. O investimento do Estado foi de R$ 480 mil.

Ainda em Maracás, Rui Costa visita, às 10h30, o Colégio Estadual Edílson Freire, que oferece Ensino Médio e Educação Profissional e, às 11h, o Centro Educacional Vanda Lacerda Matos. O objetivo da visita é estabelecer uma maior aproximação com a comunidade escolar, afirmando o compromisso do Pacto pela Educação na Bahia, que tem o objetivo de reunir prefeituras, estudantes, pais, professores, gestores e comunidade em geral para melhorar a qualidade da educação básica.

Polícia prende trio que assaltou Posto Grande Vale, no Entroncamento de Jaguaquara

Posted by Ed Santos | | Posted in ,


Informações dão conta de que a Polícia Militar do Entroncamento de Jaguaquara capturou três elementos envolvidos com o assalto ao Posto Grande Vale, as manhã desta última quarta feira (22) localizado as margens da BR 116, sentido Entroncamento de Jaguaquara, KM 70. A informação sobre a prisão dos assaltates só foram confirmadas a nossa reportagem na tarde desta quinta feira (23). Os detidos foram: Anderson Leandro dos Santos vulgo Kiko, Marcio Almeida da Silva vulgo Dudu e Simone Almeida da Silva. Ambos são acusados de assaltaram o Posto Grande Vale por das 5 da manhã de quarta feira. Além de roubar, há relatos que chegaram a ameaçar os trabalhadores do posto. 
Com ele a PM encontrou 131 pedras de crack, 75 reais em dinheiro e uma arma de fogo que foi usada no roubo do Posto.
Não há informações se os mesmos elementos tem ligação com o assalto ao Posto 24 Horas, localizado as margens da BR 420, em frente a Rodoviária da cidade de Jaguaquara, por volta das 21 horas de terça feira (21). Na época, homens armados a bordo de uma moto chegaram ao local e anunciaram assalto. Após levar certa quantia em dinheiro não revelado, evadiram-se do local.



Economia resiste e volta a criar empregos em março

Posted by Ed Santos | | Posted in

Apesar de todos os prognósticos de recessão, o mercado de trabalho surpreendeu, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira 23 pelo Ministério do Trabalho e Emprego; depois de três meses consecutivos em queda, a geração de empregos formais no País voltou a crescer em março com a criação de 19.282 novos postos de trabalho formal; o dado representa um crescimento de 0,05% em relação ao mês anterior, quando havia sido registrado fechamento de 2.415 vagas; o resultado também superou a abertura de 13.117 postos no mesmo mês do ano passado.
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Sou comunicador, jornalista e blogueiro. Trabalhei por 4 anos como apresentador do programa de radiojornalismo Giro Total, ao lado do meu amigo Roberto Brito, na Rádio Itiruçu FM.  Uma frase que acredito muito é que: A informação veraz é uma ferramenta primordial para lutarmos por um ideal justo.
Abraços!

Video: Veja O Vídeo da Passeata pela Paz no Entroncamento de Jaguaquara

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