segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Conheça a partir de hoje as opiniões, sugestões e ideias da realidade brasileira, um panorama social na visão do baiano pós graduado em direito, Pedro Cardoso da Costa, no espaço "Refletindo o Brasil"

“Pedro Cardoso da Costa tem 48 anos e nasceu em Nova Soure, BA. Como a maioria dos nordestinos que busca melhores condições de vida, em 1980 mudou-se para São Paulo. Depois de sucessivas tentativas e desistências por não concordar com as metodologias do ensino, cursou Direito nas Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU e é pós-graduado em Direito Eleitoral e Processual Eleitoral pelas Faculdades Claretiano. Inventou curso particular de alfabetização de adultos. Mantém duas bibliotecas comunitárias em sua cidade natal. É funcionário concursado da Justiça Eleitoral há 25 anos, onde exerceu cargo de direção por algum tempo. É crítico contumaz da inércia da sociedade brasileira nas várias questões de cidadania, especialmente com relação à morosidade vergonhosa das Justiças brasileiras. Escreveu o livro Cultura da Sujeira (1996), com uma visão crítica sobre o hábito dos brasileiros jogarem todo tipo de objeto nas ruas.”

Conheça a partir de hoje as opiniões, sugestões e ideias da realidade brasileira, um panorama social na visão do baiano pós graduado em direito, Pedro Cardoso da Costa, no espaço "Refletindo o Brasil"

“Pedro Cardoso da Costa tem 48 anos e nasceu em Nova Soure, BA. Como a maioria dos nordestinos que busca melhores condições de vida, em 1980 mudou-se para São Paulo. Depois de sucessivas tentativas e desistências por não concordar com as metodologias do ensino, cursou Direito nas Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU e é pós-graduado em Direito Eleitoral e Processual Eleitoral pelas Faculdades Claretiano. Inventou curso particular de alfabetização de adultos. Mantém duas bibliotecas comunitárias em sua cidade natal. É funcionário concursado da Justiça Eleitoral há 25 anos, onde exerceu cargo de direção por algum tempo. É crítico contumaz da inércia da sociedade brasileira nas várias questões de cidadania, especialmente com relação à morosidade vergonhosa das Justiças brasileiras. Escreveu o livro Cultura da Sujeira (1996), com uma visão crítica sobre o hábito dos brasileiros jogarem todo tipo de objeto nas ruas.”


Carta de um policial para um bandido

Senhor Bandido, 

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos. 

Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante. 
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita. 

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade. 
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo. 
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial. 
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos. 

Autor: Wilson Ronaldo Monteiro - Delegado da Polícia Civil do Pará


Carta de um policial para um bandido

Senhor Bandido, 

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos. 

Durante vinte e quatro anos anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto a preservação de seus direitos, pois os cidadãos e especialmente nós policiais estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito as suas vítimas. Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois ensinaram-me que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante. 
Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos sua arma é a primeira a ser suspeita. 

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependência digna para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade. 
Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado. Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo. 
Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará. Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial. 
Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos. 

Autor: Wilson Ronaldo Monteiro - Delegado da Polícia Civil do Pará


Ex Juiz da comarca de Maracás recebe setima moção de aplausos

Com 4 anos de Magistratura, o Juiz José Brandão Netto, concebido em Santo Estêvão, nascido em Conceição do Coite-Ba e radicado em Serrinha-BA, acaba de receber mais uma Moção de Aplausos, oriunda da Câmara de Vereadores da Cidade de MARACÁS-BA, a 350 km da Capital e a 40 Km de Itiruçu.
A comenda vem graças as atuações do Magistrado e, especialemnte, com resultados da decisão judicial  conhecida como “Toque de Acolher”, decretada pelo Magistrado em 08 de junho de 2011, reduzindo em 75% o consumo de álcool por menores de 18 anos só no 1º mês de funcionamento, segundo o Conselho Tutelar.
2 anos antes, porém, o mesmo juiz  inaugurara a medida na Bahia, nas cidades Ipecaetá e Santo Estêvão-Ba.
Deveras, a Moção de Congratulações reconhece o propósito de afastar crianças e adolescentes das situações de risco, onde repercussões positivas já são observadas pela sociedade.
Com esta última, o Juiz acumula já a SÉTIMA moção de aplausos. As anteriores são da Câmara Municipal de  (1) Santo Estêvão-BA, moção de aplausos da Câmara Municipal de  (2) Antônio Cardoso-BA, moção de aplausos da Câmara Municipal de (3) Salvador-BA, Moção de Aplausos da (4)Assembleia Legislativa da Bahia, Moção de Congratulações do (5) Tribunal de Contas do Estado da Bahia, 6- Moção de Aplausos da Cãmara de Veradores de Cruz das Almas-BA.
O Toque de Acolher limita o horários dos jovens sozinhos nas ruas.
A moção do TCE/BA faz referência também ao TED- Toque de Estudo e Disciplina, combate a evasão escolar e disciplina os alunos nas escolas, decisão esta última pioneira no Brasil e que está sendo copiada no interior de São Paulo com o nome de "Toque Escolar".


Ex Juiz da comarca de Maracás recebe setima moção de aplausos

Com 4 anos de Magistratura, o Juiz José Brandão Netto, concebido em Santo Estêvão, nascido em Conceição do Coite-Ba e radicado em Serrinha-BA, acaba de receber mais uma Moção de Aplausos, oriunda da Câmara de Vereadores da Cidade de MARACÁS-BA, a 350 km da Capital e a 40 Km de Itiruçu.
A comenda vem graças as atuações do Magistrado e, especialemnte, com resultados da decisão judicial  conhecida como “Toque de Acolher”, decretada pelo Magistrado em 08 de junho de 2011, reduzindo em 75% o consumo de álcool por menores de 18 anos só no 1º mês de funcionamento, segundo o Conselho Tutelar.
2 anos antes, porém, o mesmo juiz  inaugurara a medida na Bahia, nas cidades Ipecaetá e Santo Estêvão-Ba.
Deveras, a Moção de Congratulações reconhece o propósito de afastar crianças e adolescentes das situações de risco, onde repercussões positivas já são observadas pela sociedade.
Com esta última, o Juiz acumula já a SÉTIMA moção de aplausos. As anteriores são da Câmara Municipal de  (1) Santo Estêvão-BA, moção de aplausos da Câmara Municipal de  (2) Antônio Cardoso-BA, moção de aplausos da Câmara Municipal de (3) Salvador-BA, Moção de Aplausos da (4)Assembleia Legislativa da Bahia, Moção de Congratulações do (5) Tribunal de Contas do Estado da Bahia, 6- Moção de Aplausos da Cãmara de Veradores de Cruz das Almas-BA.
O Toque de Acolher limita o horários dos jovens sozinhos nas ruas.
A moção do TCE/BA faz referência também ao TED- Toque de Estudo e Disciplina, combate a evasão escolar e disciplina os alunos nas escolas, decisão esta última pioneira no Brasil e que está sendo copiada no interior de São Paulo com o nome de "Toque Escolar".


CARRETA ATROPELA HOMEM QUE PASSAVA PELA BR-116 A CAVALO

Um homem foi atropelado ao atravessar a BR-116 montado em um cavalo, na noite deste domingo (21), no trecho do Entroncamento de Jaguaquara. O motorista de uma carreta Wolksvagem, de placa DBC-3512, licença de Santa Luzia/MG, que transportava um carregamento de blocos de cimento para Salvador, levou um susto ao ser surpreendido pelo animal quando trafegava pela Rodovia por volta das 19h. Flávio Antônio, motorista da carreta, revelou que a vítima estaria com o animal à beira da estrada e atravessou a pista de maneira rápida. Segundo informações, não deu para frear o veículo, que atropelou o cavalo e o homem. O animal não ficou ferido, mas o homem sofreu fortes escoriações, supostamente quebrou um dos braços e foi socorrido ao Hospital Geral Prado Valadares em Jequié, por uma equipe da Via – Bahia. O veículo envolvido foi interceptado pela guarnição da Polícia Militar do Entroncamento,  passando as informações para a PRF, que ouviu Flávio Antônio e o liberou para seguir viagem posteriormente. Fonte Marcos Frahm


CARRETA ATROPELA HOMEM QUE PASSAVA PELA BR-116 A CAVALO

Um homem foi atropelado ao atravessar a BR-116 montado em um cavalo, na noite deste domingo (21), no trecho do Entroncamento de Jaguaquara. O motorista de uma carreta Wolksvagem, de placa DBC-3512, licença de Santa Luzia/MG, que transportava um carregamento de blocos de cimento para Salvador, levou um susto ao ser surpreendido pelo animal quando trafegava pela Rodovia por volta das 19h. Flávio Antônio, motorista da carreta, revelou que a vítima estaria com o animal à beira da estrada e atravessou a pista de maneira rápida. Segundo informações, não deu para frear o veículo, que atropelou o cavalo e o homem. O animal não ficou ferido, mas o homem sofreu fortes escoriações, supostamente quebrou um dos braços e foi socorrido ao Hospital Geral Prado Valadares em Jequié, por uma equipe da Via – Bahia. O veículo envolvido foi interceptado pela guarnição da Polícia Militar do Entroncamento,  passando as informações para a PRF, que ouviu Flávio Antônio e o liberou para seguir viagem posteriormente. Fonte Marcos Frahm

domingo, 21 de agosto de 2011

ITIRUÇU VENCE A PRIMEIRA NO INTERMUNICIPAL 2011 E FORA DE CASA




FOTO: MARCOS FRAHM
A seleção de Itiruçu venceu a primeira, e fora de mando de campo pela 4ª rodada do intermunicipal 2011. O jogo foi no estadio municipal de Jaguaquara contra a equipe anfitriã. Com 2 gols de Léo Seco ainda no primeiro tempo, sendo que um de penalte, enquanto Alan descontou de penalte também no primeiro tempo para Jaguaquara. Placar Final foi Jaguaquara 1x2 Itiruçu. Pelo mesmo grupo, a seleção de Jitaúna fez o dever de casa e venceu o Jequié por 3x1. com o resultado a seleção de Jitaúna lidera com 8 pontos seguido por Jequié com 7, Jaguaquara com 5 e Itiruçu que ainda tem chances remotas com 3 pontos. No próximo domingo (29) Itiruçu enfrenta o Jitaúna e Jaguaquara enfrenta o Jequié.