sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


Novela de todo verão

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bel. Direito
Alguém vai precisar dar um pontapé inicial para que haja mudança na postura das autoridades com vistas a solucionar alguns problemas e também para mudar os argumentos requentados e inconsistentes.
Esses argumentos em nada se diferenciam de roteiro de novela. Não existe uma novela que não tenha dois irmãos apaixonados, por um desconhecer quem é o pai. Não pode faltar uma cunhada caidinha pelo marido da irmã ou pelo seu padrasto ou vice-versa; uma série de traições entre casais e alguns triângulos amorosos, além de alguém sempre flagrado falando mal de outro. Essas situações cativam os telespectadores, que vibram com as surras homéricas dadas por franzinos traiçoeiros em gigantes traidores. É forçado em demasia que o bem se prevalece até no físico.
Todos esses enredos de novelas após novelas conseguem mantê-las em evidência permanente, com altíssimos índices de audiência, e até as tornam um dos principais produtos de exportação do Brasil, com enorme aceitação em vários países do mundo.
Na novela nossa de todo verão o enredo também é repetitivo, com muitas semelhanças e algumas divergências essenciais. Começa pela Natureza que, teimosa, é repetitiva em mandar chuva em determinadas épocas para as regiões aclimatizadas para chover. Com qualquer chuva, surgem quilômetros de congestionamento nas grandes cidades. Com chuvas mais intensas, bairros inteiros ficam inundados, produzindo as cenas rotineiras de pessoas misturadas com fezes, animais mortos e com todo tipo de sujeira. Quando vêm os temporais, o primeiro problema surge com os institutos de previsão ao anunciarem que choveu, num dia ou em horas, trezentos por cento do previsto para todo o mês ou para período de chuvas. Falam com uma naturalidade assombrosa. Não dizem que ou as chuvas são imprevisíveis ou os institutos podem preveem tudo, menos chuva.
Algumas diferenças entre as novelas. Primeiro de roteiro. Na nossa, os personagens são sempre as vítimas; nas de televisão, os autores e diretores aprecem quando elas estão no auge; na novela nossa de todo verão, não existe autor nem responsável pela direção. Na nossa, as personagens são verdadeiras.
No fim é que tudo difere. A partir da suposição deste texto. A novela real é a fictícia, a de televisão, e traz sempre um resultado fictício. Aqui, a fictícia é a real, e traz também o resultado mais real do mundo. Na televisiva, o bem sempre prevalece; na real, na nossa de todo verão, o mal sempre prevalece no fim. O autor da novela fictícia assume que é responsável pelo seu final; na nossa, não existem responsáveis, e o final é conhecido com antecedência.
Os telespectadores de ambas são reais. Só que os da fictícia vão das favelas aos bairros nobres como Leblon, no Rio de Janeiro, Morumbi e Alphaville, em São Paulo. Na real, o público alcançado é sempre da periferia. Pode ser apenas coincidência. A diferença essencial é que o público participa intensamente da novela fictícia, mas fica anestesiado em relação à novela real. Existe muito choro em ambas. Na fictícia, resulta do imaginário; na real, o choro vem pela perda de fato. Mas a principal diferença é que, de fato, a novela fictícia chega ao fim; já a novela real é eterna.
E a maior diferença entre as novelas, é que nas verdadeiras de ficção, as pessoas desaparecem do telespectador apenas no imaginário; na nossa diária, as mães nunca mais verão seus filhos, ou estes nunca mais terão suas mães. Os corpos de garotos como os de Igor Menderson da Silva e Hebert da Silva, em 2010, no bairro de Americanópolis, São Paulo, dão o prenúncio de que a novela de todo verão só tem recomeço. Deste ano já começou.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bel. Direito


Novela de todo verão

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bel. Direito
Alguém vai precisar dar um pontapé inicial para que haja mudança na postura das autoridades com vistas a solucionar alguns problemas e também para mudar os argumentos requentados e inconsistentes.
Esses argumentos em nada se diferenciam de roteiro de novela. Não existe uma novela que não tenha dois irmãos apaixonados, por um desconhecer quem é o pai. Não pode faltar uma cunhada caidinha pelo marido da irmã ou pelo seu padrasto ou vice-versa; uma série de traições entre casais e alguns triângulos amorosos, além de alguém sempre flagrado falando mal de outro. Essas situações cativam os telespectadores, que vibram com as surras homéricas dadas por franzinos traiçoeiros em gigantes traidores. É forçado em demasia que o bem se prevalece até no físico.
Todos esses enredos de novelas após novelas conseguem mantê-las em evidência permanente, com altíssimos índices de audiência, e até as tornam um dos principais produtos de exportação do Brasil, com enorme aceitação em vários países do mundo.
Na novela nossa de todo verão o enredo também é repetitivo, com muitas semelhanças e algumas divergências essenciais. Começa pela Natureza que, teimosa, é repetitiva em mandar chuva em determinadas épocas para as regiões aclimatizadas para chover. Com qualquer chuva, surgem quilômetros de congestionamento nas grandes cidades. Com chuvas mais intensas, bairros inteiros ficam inundados, produzindo as cenas rotineiras de pessoas misturadas com fezes, animais mortos e com todo tipo de sujeira. Quando vêm os temporais, o primeiro problema surge com os institutos de previsão ao anunciarem que choveu, num dia ou em horas, trezentos por cento do previsto para todo o mês ou para período de chuvas. Falam com uma naturalidade assombrosa. Não dizem que ou as chuvas são imprevisíveis ou os institutos podem preveem tudo, menos chuva.
Algumas diferenças entre as novelas. Primeiro de roteiro. Na nossa, os personagens são sempre as vítimas; nas de televisão, os autores e diretores aprecem quando elas estão no auge; na novela nossa de todo verão, não existe autor nem responsável pela direção. Na nossa, as personagens são verdadeiras.
No fim é que tudo difere. A partir da suposição deste texto. A novela real é a fictícia, a de televisão, e traz sempre um resultado fictício. Aqui, a fictícia é a real, e traz também o resultado mais real do mundo. Na televisiva, o bem sempre prevalece; na real, na nossa de todo verão, o mal sempre prevalece no fim. O autor da novela fictícia assume que é responsável pelo seu final; na nossa, não existem responsáveis, e o final é conhecido com antecedência.
Os telespectadores de ambas são reais. Só que os da fictícia vão das favelas aos bairros nobres como Leblon, no Rio de Janeiro, Morumbi e Alphaville, em São Paulo. Na real, o público alcançado é sempre da periferia. Pode ser apenas coincidência. A diferença essencial é que o público participa intensamente da novela fictícia, mas fica anestesiado em relação à novela real. Existe muito choro em ambas. Na fictícia, resulta do imaginário; na real, o choro vem pela perda de fato. Mas a principal diferença é que, de fato, a novela fictícia chega ao fim; já a novela real é eterna.
E a maior diferença entre as novelas, é que nas verdadeiras de ficção, as pessoas desaparecem do telespectador apenas no imaginário; na nossa diária, as mães nunca mais verão seus filhos, ou estes nunca mais terão suas mães. Os corpos de garotos como os de Igor Menderson da Silva e Hebert da Silva, em 2010, no bairro de Americanópolis, São Paulo, dão o prenúncio de que a novela de todo verão só tem recomeço. Deste ano já começou.

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bel. Direito

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


ADOLESCENTE FOI ATROPELADA E MORADORES DO POVOADO DO TATU, BR 116 INTERDITARAM TRANSITO EM MANISFESTO CONTRA A VIA BAHIA

Foto: Roberto Brito
 Moradores do povoado do Tatu no Entroncamento de Jaguaquara se revoltaram com a Via Bahia, após um  atropelamento que aconteceu na tarde desta quarta (12) A adolescente Naiany Jesus Santos, de apenas 14 anos, por pouco não perdeu a vida após ser atropelada por um veículo Fiat Uno que segundo moradores vinha em alta velocidade atropelando a garota que atravessava na pista de rolamento. Naiany sofreu apenas leves escoriações pelo corpo. O motorista do veículo atropelador não teve o nome divulgado e viajava levava com a esposa e filhos, tendo afirmado que tentou frear, mas não conseguiu.
Populares revoltados com a Via Bahia que ainda não construiu um redutor de velocidade no povoado, pegaram pneus e pedaços de madeira, interditaram a BR 116 com ateando fogo nestes objetos como forma de protesto. A PRF foi acionada e imediatamente chegaram com 04 viaturas fortemente armados, alem de um carro pipa da Via Bahia que apagaram o fogo e liberaram a BR.
A estrada ficou parada por mais de uma hora, provocando um congestionamento de mais de 30 quilômetros. A PRF, por fim conseguiu apaziguar a situação e convencer as pessoas insatisfeita a desistirem do protesto.
A população reivindica imediatamente a instalação de quebra molas no local, onde ocorreu o acidente pois segundo os moradores outras revindicações foram feitas e nenhuma providência foi tomada por parte da consecionaria.


ADOLESCENTE FOI ATROPELADA E MORADORES DO POVOADO DO TATU, BR 116 INTERDITARAM TRANSITO EM MANISFESTO CONTRA A VIA BAHIA

Foto: Roberto Brito
 Moradores do povoado do Tatu no Entroncamento de Jaguaquara se revoltaram com a Via Bahia, após um  atropelamento que aconteceu na tarde desta quarta (12) A adolescente Naiany Jesus Santos, de apenas 14 anos, por pouco não perdeu a vida após ser atropelada por um veículo Fiat Uno que segundo moradores vinha em alta velocidade atropelando a garota que atravessava na pista de rolamento. Naiany sofreu apenas leves escoriações pelo corpo. O motorista do veículo atropelador não teve o nome divulgado e viajava levava com a esposa e filhos, tendo afirmado que tentou frear, mas não conseguiu.
Populares revoltados com a Via Bahia que ainda não construiu um redutor de velocidade no povoado, pegaram pneus e pedaços de madeira, interditaram a BR 116 com ateando fogo nestes objetos como forma de protesto. A PRF foi acionada e imediatamente chegaram com 04 viaturas fortemente armados, alem de um carro pipa da Via Bahia que apagaram o fogo e liberaram a BR.
A estrada ficou parada por mais de uma hora, provocando um congestionamento de mais de 30 quilômetros. A PRF, por fim conseguiu apaziguar a situação e convencer as pessoas insatisfeita a desistirem do protesto.
A população reivindica imediatamente a instalação de quebra molas no local, onde ocorreu o acidente pois segundo os moradores outras revindicações foram feitas e nenhuma providência foi tomada por parte da consecionaria.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011


Acidente no Entroncamento de Jaguaquara interdita BR 116
Um gol vermelho, dirigido por Naelson mecânico morador do Entroncamento de Jaguaquara, bateu de frente com uma carreta na br 116 logo após o posto grande vale.
O trânsito ficou interditado por mais de uma hora a viatura da SAMU encaminhou o motorista do gol para jequíé HGPV, onde esta sendo medicado.
O aumento dos pedágios, só nos traz a confirmação que a duplicação da BR 116 de Feira de Santana até a divisa com Minas é mais que necessário, o fluxo de veículos vem aumentando e  cada vez mais o transito fica perigoso pondo em risco a vida dos motoristas que trafegam por esta BR tão movimentada. (Foto/Fonte: Blog GIROTOTALBA)


Acidente no Entroncamento de Jaguaquara interdita BR 116
Um gol vermelho, dirigido por Naelson mecânico morador do Entroncamento de Jaguaquara, bateu de frente com uma carreta na br 116 logo após o posto grande vale.
O trânsito ficou interditado por mais de uma hora a viatura da SAMU encaminhou o motorista do gol para jequíé HGPV, onde esta sendo medicado.
O aumento dos pedágios, só nos traz a confirmação que a duplicação da BR 116 de Feira de Santana até a divisa com Minas é mais que necessário, o fluxo de veículos vem aumentando e  cada vez mais o transito fica perigoso pondo em risco a vida dos motoristas que trafegam por esta BR tão movimentada. (Foto/Fonte: Blog GIROTOTALBA)


PREFEITO ANUNCIA OBRAS DE CALÇAMENTO PARA ITIRUÇU

O assessor de comunicação da Prefeitura de Itiruçu, Ezequiel Borges  em contato com o Programa Giro Total da Itiruçu Fm, informou que recebeu através de ligações direto de Salvador do Prefeito Carlos Martinelli (Carlinhos) PT, uma informação a respeito de obras de calçamento para Itiruçu.  O Anuncio dava conta de que acobou de ser autorizado pela Caixa Econômica Federal  uma emenda parlamentar do Deputado Federal Nelson Pelegrino (PT) no valor de 500 mil reais para o calçamento do Bairro Belíssima no Itiruçuzinho.
Segundo o assessor, a prefeitura abrirá uma licitação e a empresa que ganhar iniciará as obras logo no inicio de 2012.
Ezequiel informou que o prefeito conseguiu um dessalinizador para 2 tanques na zona rural, mais precisamente para região do Sitio e Bananal. Pois na localidade a água para o consumo era salgada. É a primeira vez que um equipamento como este foi adquirido por uma administração publica na região. O dessalinizador é um equipamento caro e opera em alguns países de 1° mundo, onde é retirado água do mar e dessalinizada, fazendo desta uma água potável, apropriada para o consumo.


PREFEITO ANUNCIA OBRAS DE CALÇAMENTO PARA ITIRUÇU

O assessor de comunicação da Prefeitura de Itiruçu, Ezequiel Borges  em contato com o Programa Giro Total da Itiruçu Fm, informou que recebeu através de ligações direto de Salvador do Prefeito Carlos Martinelli (Carlinhos) PT, uma informação a respeito de obras de calçamento para Itiruçu.  O Anuncio dava conta de que acobou de ser autorizado pela Caixa Econômica Federal  uma emenda parlamentar do Deputado Federal Nelson Pelegrino (PT) no valor de 500 mil reais para o calçamento do Bairro Belíssima no Itiruçuzinho.
Segundo o assessor, a prefeitura abrirá uma licitação e a empresa que ganhar iniciará as obras logo no inicio de 2012.
Ezequiel informou que o prefeito conseguiu um dessalinizador para 2 tanques na zona rural, mais precisamente para região do Sitio e Bananal. Pois na localidade a água para o consumo era salgada. É a primeira vez que um equipamento como este foi adquirido por uma administração publica na região. O dessalinizador é um equipamento caro e opera em alguns países de 1° mundo, onde é retirado água do mar e dessalinizada, fazendo desta uma água potável, apropriada para o consumo.


SETE PRESOS E DROGAS APREENDIDAS NO ENTRONCAMENTO DE JAGUAQUARA

O serviço de inteligência da Polícia Civil de Jaguaquara descobriu nesta segunda-feira (19), que havia uma boca de fumo na Rua Maria Capone, localizada no Distrito Stela Câmara Dubois – Entroncamento. Segundo informações dos agentes Dilton Carlos e Luiz Augusto, chefiados pela delegada Maria do Socorro, responsável pela a operação repressiva ao tráfico de entorpecentes, a casa foi identificada após informação dando conta de que no local  haviam “suspeitas” de comercialização e armazenamento de drogas. Ao adentrarem no imóvel, os policiais encontraram Jusciara Braga Cerqueira, 30 anos, proprietária da casa, e os jequieenses Luan Viana Costa, 21 anos, o ” Pai de Santo ” Gilvanei do Nascimento, 33, e Simone Ribeiro Oliveira de 22 anos. 
Foram apreendidos: 585 gramas de maconha prensada, embalada típica para o comércio, cerca de 200 gramas de cocaína, R$ 40, 00 em dinheiro e dois aparelhos celulares. O quarteto foi conduzido à delegacia, sendo flagranteado por tráfico. Jusciara chegou a ter uma conversa informal com a redação do BMF, momentos depois da prisão, alegando que a droga é proveniente de Jequié, mas afirmando que não sabia que teria sido colocada em sua bolsa. Ela nega que tenha participado do tráfico e se diz inocente. Já a polícia, informou que a mesma é responsável pelo tráfico na área. Jusciara já tem passagens pela polícia tendo cumprido no Conjunto Penal de Jequié. Ainda no Entroncamento, os policiais detiveram Domingos Batista, que estava na residência de nº 56 na Rua João Cezarino, em companhia de um casal de adolescentes. Com os mesmos, foram apreendidos 19 pedras de crack, 9 trouxas de uma substancia em forma  de ” pó ” e 13 trouxas de maconha. As sete pessoas detidas na operação permanecem na delegacia a disposição da justiça. Os adolescentes estão sendo acompanhados pelo Conselho Tutelar e Ministério Público. (Fonte/Foto Marcos Frahm)