sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Aznar ataca Zapatero e responde a críticos com gesto obsceno

O ex-presidente do governo espanhol, José Maria Aznar, perdeu a linha ao responder às críticas de um grupo de estudantes na Universidade de Oviedo nesta quinta-feira. Após atacar o governo de seu sucessor, José Luis Rodríguez Zapatero, Aznar mostrou o dedo médio a alguns estudantes.
O incidente aconteceu em uma sabatina conduzida por alunos da universidade. Durante o debate, Aznar - que ocupou a presidência entre 1996 e 2004 - criticou duramente a forma como Zapatero conduz o país frente à crise financeira mundial. Seus comentários causaram a reação de alguns alunos simpatizantes do atual presidente.
"Ele (Zapatero) não tinha e nem tem convicções de presidente, não tem uma boa equipe ou uma política para lidar com a crise. O cabeça dos incendiários não pode nunca ser o capitão dos bombeiros e a Espanha tem uma grande equipe de bombeiros. Um piromaníaco como Zapatero não pode comandar os bombeiros."
As críticas de Aznar dividiram a plateia. Um grupo de estudantes, alinhados com o atual presidente, passou a vaiar Aznar. Outros alunos, simpatizantes do ex-presidente, tentaram defendê-lo. No fim, Aznar, ao deixar o local, estendeu o dedo médio para o grupo que o criticava com gritos de "fascista" e "terrorista".

Aznar ataca Zapatero e responde a críticos com gesto obsceno

O ex-presidente do governo espanhol, José Maria Aznar, perdeu a linha ao responder às críticas de um grupo de estudantes na Universidade de Oviedo nesta quinta-feira. Após atacar o governo de seu sucessor, José Luis Rodríguez Zapatero, Aznar mostrou o dedo médio a alguns estudantes.
O incidente aconteceu em uma sabatina conduzida por alunos da universidade. Durante o debate, Aznar - que ocupou a presidência entre 1996 e 2004 - criticou duramente a forma como Zapatero conduz o país frente à crise financeira mundial. Seus comentários causaram a reação de alguns alunos simpatizantes do atual presidente.
"Ele (Zapatero) não tinha e nem tem convicções de presidente, não tem uma boa equipe ou uma política para lidar com a crise. O cabeça dos incendiários não pode nunca ser o capitão dos bombeiros e a Espanha tem uma grande equipe de bombeiros. Um piromaníaco como Zapatero não pode comandar os bombeiros."
As críticas de Aznar dividiram a plateia. Um grupo de estudantes, alinhados com o atual presidente, passou a vaiar Aznar. Outros alunos, simpatizantes do ex-presidente, tentaram defendê-lo. No fim, Aznar, ao deixar o local, estendeu o dedo médio para o grupo que o criticava com gritos de "fascista" e "terrorista".

Seis soldados da Otan mortos em um dia de ofensiva de Marjah
CABUL — Seis soldados da Otan morreram na quinta-feira na ofensiva de Marjah, sul do Afeganistão, elevando a 11 o número de militares das forças internacionais mortos desde o início da operação, anunciou a Aliança Atlântica.
Três soldados morreram em combates e três nas explosões de bombas de fabricação caseira, destacou a Otan.

Seis soldados da Otan mortos em um dia de ofensiva de Marjah
CABUL — Seis soldados da Otan morreram na quinta-feira na ofensiva de Marjah, sul do Afeganistão, elevando a 11 o número de militares das forças internacionais mortos desde o início da operação, anunciou a Aliança Atlântica.
Três soldados morreram em combates e três nas explosões de bombas de fabricação caseira, destacou a Otan.

Tanques cercam palácio presidencial de Níger

A junta militar de Níger espalhou nesta sexta-feira tanques ao redor do palácio presidencial após o golpe de Estado de quinta-feira, condenado pela União Africana (UA), que exigiu um retorno à ordem constitucional em um dos países mais pobres do oeste da África.

Tanques e veículos equipados com metralhadores estavam espalhados pela manhã no bairro do palácio presidencial.

Esta área da capital, Niamey, onde também se encontram ministérios, residências oficiais e o Estado-Maior do Exército, estava praticamente deserta, com exceção das idas e vindas de alguns funcionários.
Por outro lado, nos bairros populares de Dar el-Salam e Lazaret, a situação era quase de normalidade, com muitas pessoas nas ruas.
Após ter derrubado do poder na véspera o presidente Mamadou Tandja, o Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSDR, denominação oficial do novo grupo) anunciou ter na liderança o comandante do esquadrão Salou Djibo, cuja unidade, fortemente armada, desempenhou papel chave no golpe.
"O governo está dissolvido", afirmou um comunicado assinado por Djibo e lido na televisão estatal por um oficial não identificado.
Da Etiópia, o presidente da Comissão da União Africana, Jean Ping, condenou a ação dos militares do país.
"A UA condena sistematicamente qualquer mudança constitucional e a tomada de poder através da força ocorrida no Níger", afirmou Ping, que pediu "o rápido retorno à ordem constitucional".
Ping está em contato direto com o presidente da Comissão da CEDEAO (Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental) e com outras autoridades internacionais envolvidas, informou a UA.
Os militares de Níger derrubaram Tandja na quinta-feira em enfrentamentos armados que deixaram pelo menos três mortos.
"Neste dia, 18 de fevereiro, nós, as forças de defesa e segurança, decidimos assumir nossa responsabilidade colocando fim à tensa situação política", afirmou o porta-voz da CSDR, o coronel Goukoye Abdoulkarim.
Níger, um dos países mais pobres do mundo apesar de ser o terceiro produtor mundial de urânio, atravessa uma grave crise política desde que o presidente decidiu prolongar seu mandato.
Após 10 anos no poder, Tandja, de 71 anos, dissolveu no ano passado o Parlamento e o Tribunal Constitucional e conquistou o aumento de seu mandato por pelo menos mais três anos em um referendo realizado em agosto.
O coronel Dikibrilla Hima Hamidou, comandante da unidade de elite militar do Níger e ex-membro de outro grupo responsável por um golpe de Estado em 1999, apareceu junto ao porta-voz que anunciou a tomada de poder.
Segundo informações, os militares golpistas prenderam Tandja em um local diferente de onde estão os ministros.
A França, que teve Níger como colônia até sua independência em 1960, pediu seus cidadãos que não saiam às ruas. O gigante francês da energia nuclear Areva é o maior empregador privado no país.

Tanques cercam palácio presidencial de Níger

A junta militar de Níger espalhou nesta sexta-feira tanques ao redor do palácio presidencial após o golpe de Estado de quinta-feira, condenado pela União Africana (UA), que exigiu um retorno à ordem constitucional em um dos países mais pobres do oeste da África.

Tanques e veículos equipados com metralhadores estavam espalhados pela manhã no bairro do palácio presidencial.

Esta área da capital, Niamey, onde também se encontram ministérios, residências oficiais e o Estado-Maior do Exército, estava praticamente deserta, com exceção das idas e vindas de alguns funcionários.
Por outro lado, nos bairros populares de Dar el-Salam e Lazaret, a situação era quase de normalidade, com muitas pessoas nas ruas.
Após ter derrubado do poder na véspera o presidente Mamadou Tandja, o Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSDR, denominação oficial do novo grupo) anunciou ter na liderança o comandante do esquadrão Salou Djibo, cuja unidade, fortemente armada, desempenhou papel chave no golpe.
"O governo está dissolvido", afirmou um comunicado assinado por Djibo e lido na televisão estatal por um oficial não identificado.
Da Etiópia, o presidente da Comissão da União Africana, Jean Ping, condenou a ação dos militares do país.
"A UA condena sistematicamente qualquer mudança constitucional e a tomada de poder através da força ocorrida no Níger", afirmou Ping, que pediu "o rápido retorno à ordem constitucional".
Ping está em contato direto com o presidente da Comissão da CEDEAO (Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental) e com outras autoridades internacionais envolvidas, informou a UA.
Os militares de Níger derrubaram Tandja na quinta-feira em enfrentamentos armados que deixaram pelo menos três mortos.
"Neste dia, 18 de fevereiro, nós, as forças de defesa e segurança, decidimos assumir nossa responsabilidade colocando fim à tensa situação política", afirmou o porta-voz da CSDR, o coronel Goukoye Abdoulkarim.
Níger, um dos países mais pobres do mundo apesar de ser o terceiro produtor mundial de urânio, atravessa uma grave crise política desde que o presidente decidiu prolongar seu mandato.
Após 10 anos no poder, Tandja, de 71 anos, dissolveu no ano passado o Parlamento e o Tribunal Constitucional e conquistou o aumento de seu mandato por pelo menos mais três anos em um referendo realizado em agosto.
O coronel Dikibrilla Hima Hamidou, comandante da unidade de elite militar do Níger e ex-membro de outro grupo responsável por um golpe de Estado em 1999, apareceu junto ao porta-voz que anunciou a tomada de poder.
Segundo informações, os militares golpistas prenderam Tandja em um local diferente de onde estão os ministros.
A França, que teve Níger como colônia até sua independência em 1960, pediu seus cidadãos que não saiam às ruas. O gigante francês da energia nuclear Areva é o maior empregador privado no país.

APROVADO PROCESSO DE IMPEACHMENT CONTRA OCTÁVIO DO DEM



Foi imediata a resposta da Câmara Legislativa do DF, sobre a decisão do governador interino Paulo Octávio em não renunciar ao cargo. Em menos de meia hora, os deputados distritais reabriram a sessão do plenário e aprovaram o parecer favorável à abertura de processo de impeachment contra o gestor em exercício. Agora, tanto o governador licenciado e preso, José Roberto Arruda, quanto

APROVADO PROCESSO DE IMPEACHMENT CONTRA OCTÁVIO DO DEM



Foi imediata a resposta da Câmara Legislativa do DF, sobre a decisão do governador interino Paulo Octávio em não renunciar ao cargo. Em menos de meia hora, os deputados distritais reabriram a sessão do plenário e aprovaram o parecer favorável à abertura de processo de impeachment contra o gestor em exercício. Agora, tanto o governador licenciado e preso, José Roberto Arruda, quanto

LULA SE IRRITA COM DECLARAÇÃO DE OCTÁVIO


As declarações do governador interino do DF, Paulo Octávio (DEM), em que afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria o aconselhado a continuar no cargo e desistir da renúncia, foram rebatidas intensamente por interlocutores de Lula. Ministros que acompanharam a reunião entre o líder petista e o gestor democrata, realizada na manhã desta quinta-feira (18), desmentiram que o presidente tivesse feito a recomendação. Segundo informações, Lula ficou para lá de irritado com a afirmação de Octávio e comenta-se nos corredores do Planalto, que essa seria uma estratégia do Democratas com o objetivo de desestruturar politicamente o chefe do Executivo Nacional.