sexta-feira, 9 de julho de 2010

SSP LANÇA O PLANO DE PROTEÇÃO AO CIDADÃO

Como reação à criminalidade galopante em todo o estado da Bahia, a Secretaria de Segurança Pública lançou nesta sexta-feira (9) o Plano de Proteção ao Cidadão. A medida envolverá as polícias Civil e Militar em ações de policiamento ostensivo, combate ao tráfico de drogas, apreensão de armas e inibição da criminalidade. Segundo o tenente-coronel Antônio Fontes, responsável por comandar a operação, os trabalhos já começam nesta sexta, entre as 17h e 1h, com intensificação de blitz e fiscalizações em Salvador, região metropolitana, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Porto Seguro. Além disso,a s rodovias estaduais também terão planos próprios de fiscalizações. A SSP espera aumentar em 20% as metas de abordagem a veículos, motocicletas, coletivos, pontos de ônibus, bares e boates. Fonte Bahia Noticias

SSP LANÇA O PLANO DE PROTEÇÃO AO CIDADÃO

Como reação à criminalidade galopante em todo o estado da Bahia, a Secretaria de Segurança Pública lançou nesta sexta-feira (9) o Plano de Proteção ao Cidadão. A medida envolverá as polícias Civil e Militar em ações de policiamento ostensivo, combate ao tráfico de drogas, apreensão de armas e inibição da criminalidade. Segundo o tenente-coronel Antônio Fontes, responsável por comandar a operação, os trabalhos já começam nesta sexta, entre as 17h e 1h, com intensificação de blitz e fiscalizações em Salvador, região metropolitana, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Porto Seguro. Além disso,a s rodovias estaduais também terão planos próprios de fiscalizações. A SSP espera aumentar em 20% as metas de abordagem a veículos, motocicletas, coletivos, pontos de ônibus, bares e boates. Fonte Bahia Noticias

Anticorpos podem ser a chave para a criação de vacina contra o vírus da Aids


Dois potentes anticorpos naturais anteriormente desconhecidos podem ser a chave para a criação de uma vacina contra o HIV-1, vírus que provoca a Aids, revelam artigos publicados na edição desta semana da revista "Science". Cientistas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA conseguiram isolar as duas moléculas no sangue de um paciente contaminado, que foram batizadas VRC01 e VRC02. Ambas seriam capazes de impedir a disseminação do vírus pelas células do sistema imunológico ao se conectarem com um receptor usado pelo vírus para se juntar a estas células e infectá-las.
- Estou mais otimista em relação à uma vacina contra a Aids hoje do que provavelmente jamais estive nos últimos dez anos - afirmou Gary Nabel, do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, coordenador do estudo.
Um dos principais desafios na criação de uma vacina contra o HIV que funcione em qualquer parte do mundo está no fato de o vírus da Aids, assim como o da gripe, sofrer mutações constantes, como forma de enganar o sistema imunológico. Como consequência, é enorme o número de variantes do HIV em circulação. Os anticorpos descobertos, no entanto, imitam a forma como as células CD4, do sistema imunológico, se acoplam a uma estrutura que está presente em quase todos os subtipos conhecidos do HIV.
- Os anticorpos se conectam com uma parte virtualmente imutável do vírus e isso explica por que podem neutralizar uma gama tão extraordinária de variantes - explica o médico John R. Mascola, vice-diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas do instituto americano e um dos autores do estudo.
Ataque contra 90% dos subtipos do HIV
Segundo os cientistas, os anticorpos impediram em laboratório que mais de 90% de todas as variantes do HIV contaminassem células do sistema imunológico, podendo ser usados tanto na fabricação de uma vacina quanto na criação de novos métodos de tratamento. Além disso, o método utilizado para isolar os anticorpos poderá ser usado na pesquisa de outras moléculas do tipo que combatam doenças diferentes.
- A descoberta destes anticorpos tão abrangentes e a análise estrutural de como eles funcionam são importantes avanços que vão acelerar nossos esforços para encontrar uma vacina preventiva contra o HIV de uso global. Mas também a técnica usada pela nossa equipe para encontrá-los representa uma nova estratégia que pode ser usada na formulação de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas - destacou Anthony S. Fauci, diretor do instituto.
Os pesquisadores encontraram os anticorpos por meio de uma nova marcação molecular desenvolvida pelo próprio instituto que permitiu acharem as células específicas do sistema imunológico que os produzem. Posteriormente, eles determinaram a estrutura atômica da forma como o VRC01 se conecta com o HIV. Com isso, afirmam, já começaram a desenhar componentes de uma possível vacina que ensine o corpo humano a criar anticorpos similares ao VRC01 e efetivamente previna a contaminação.
Os anticorpos até então desconhecidos foram encontrados em pacientes chamados não-progressores, ou seja, aqueles que, embora estejam infectados pelo vírus, não desenvolvem a doença. Cientistas estudam o sistema imunológico dessas pessoas em busca de pistas para o combate e a prevenção da doença. Aparentemente, no entanto, o organismo só produz tais anticorpos depois da infecção. Ou seja, a doença pode não se desenvolver, mas o vírus está lá. Uma vacina, no entanto, poderia ajudar o organismo a ter uma resposta mais rápida.
- Essa é parte do problema que temos ao lidar com o HIV. Quando a pessoa é infectada, o vírus está sempre à frente do sistema imunológico - explicou Nabel. - O que estamos tentando fazer é uma vacina que chegue antes do vírus.
Mais de 33 milhões estão infectados
Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com o HIV e pelo menos 2,7 milhões são contaminadas pelo vírus por ano. E, apesar da expansão do tratamento para nações mais pobres, só uma em cada oito pessoas infectadas tem algum acesso a terapias antirretrovirais, enquanto muitas mais estão expostas devido à falta de medidas preventivas contra sua disseminação, principalmente na África.
Para tentar conter a epidemia e discutir novas alternativas de prevenção e tratamento, como os anticorpos recém descobertos, mais de 20 mil pesquisadores de Aids vão se encontrar no fim deste mês em Viena. A escolha do local responde a uma nova fronteira de expansão do HIV, já que a capital austríaca é considerada a "porta de entrada" da Europa Oriental. Hoje, a região já tem mais de 1,5 milhão de pessoas contaminadas e a doença se espalha cada vez mais rápido em países como Rússia e Ucrânia, que concentram cerca de 90% dos doentes.

Anticorpos podem ser a chave para a criação de vacina contra o vírus da Aids


Dois potentes anticorpos naturais anteriormente desconhecidos podem ser a chave para a criação de uma vacina contra o HIV-1, vírus que provoca a Aids, revelam artigos publicados na edição desta semana da revista "Science". Cientistas do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA conseguiram isolar as duas moléculas no sangue de um paciente contaminado, que foram batizadas VRC01 e VRC02. Ambas seriam capazes de impedir a disseminação do vírus pelas células do sistema imunológico ao se conectarem com um receptor usado pelo vírus para se juntar a estas células e infectá-las.
- Estou mais otimista em relação à uma vacina contra a Aids hoje do que provavelmente jamais estive nos últimos dez anos - afirmou Gary Nabel, do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, coordenador do estudo.
Um dos principais desafios na criação de uma vacina contra o HIV que funcione em qualquer parte do mundo está no fato de o vírus da Aids, assim como o da gripe, sofrer mutações constantes, como forma de enganar o sistema imunológico. Como consequência, é enorme o número de variantes do HIV em circulação. Os anticorpos descobertos, no entanto, imitam a forma como as células CD4, do sistema imunológico, se acoplam a uma estrutura que está presente em quase todos os subtipos conhecidos do HIV.
- Os anticorpos se conectam com uma parte virtualmente imutável do vírus e isso explica por que podem neutralizar uma gama tão extraordinária de variantes - explica o médico John R. Mascola, vice-diretor do Centro de Pesquisa de Vacinas do instituto americano e um dos autores do estudo.
Ataque contra 90% dos subtipos do HIV
Segundo os cientistas, os anticorpos impediram em laboratório que mais de 90% de todas as variantes do HIV contaminassem células do sistema imunológico, podendo ser usados tanto na fabricação de uma vacina quanto na criação de novos métodos de tratamento. Além disso, o método utilizado para isolar os anticorpos poderá ser usado na pesquisa de outras moléculas do tipo que combatam doenças diferentes.
- A descoberta destes anticorpos tão abrangentes e a análise estrutural de como eles funcionam são importantes avanços que vão acelerar nossos esforços para encontrar uma vacina preventiva contra o HIV de uso global. Mas também a técnica usada pela nossa equipe para encontrá-los representa uma nova estratégia que pode ser usada na formulação de vacinas contra muitas outras doenças infecciosas - destacou Anthony S. Fauci, diretor do instituto.
Os pesquisadores encontraram os anticorpos por meio de uma nova marcação molecular desenvolvida pelo próprio instituto que permitiu acharem as células específicas do sistema imunológico que os produzem. Posteriormente, eles determinaram a estrutura atômica da forma como o VRC01 se conecta com o HIV. Com isso, afirmam, já começaram a desenhar componentes de uma possível vacina que ensine o corpo humano a criar anticorpos similares ao VRC01 e efetivamente previna a contaminação.
Os anticorpos até então desconhecidos foram encontrados em pacientes chamados não-progressores, ou seja, aqueles que, embora estejam infectados pelo vírus, não desenvolvem a doença. Cientistas estudam o sistema imunológico dessas pessoas em busca de pistas para o combate e a prevenção da doença. Aparentemente, no entanto, o organismo só produz tais anticorpos depois da infecção. Ou seja, a doença pode não se desenvolver, mas o vírus está lá. Uma vacina, no entanto, poderia ajudar o organismo a ter uma resposta mais rápida.
- Essa é parte do problema que temos ao lidar com o HIV. Quando a pessoa é infectada, o vírus está sempre à frente do sistema imunológico - explicou Nabel. - O que estamos tentando fazer é uma vacina que chegue antes do vírus.
Mais de 33 milhões estão infectados
Atualmente, mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com o HIV e pelo menos 2,7 milhões são contaminadas pelo vírus por ano. E, apesar da expansão do tratamento para nações mais pobres, só uma em cada oito pessoas infectadas tem algum acesso a terapias antirretrovirais, enquanto muitas mais estão expostas devido à falta de medidas preventivas contra sua disseminação, principalmente na África.
Para tentar conter a epidemia e discutir novas alternativas de prevenção e tratamento, como os anticorpos recém descobertos, mais de 20 mil pesquisadores de Aids vão se encontrar no fim deste mês em Viena. A escolha do local responde a uma nova fronteira de expansão do HIV, já que a capital austríaca é considerada a "porta de entrada" da Europa Oriental. Hoje, a região já tem mais de 1,5 milhão de pessoas contaminadas e a doença se espalha cada vez mais rápido em países como Rússia e Ucrânia, que concentram cerca de 90% dos doentes.

PINHEIRO COM ‘CHANCE ALTA’; LÍDICE E CÉSAR COM ‘MÉDIA’

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) publicou, nesta quinta-feira (8), projeções para a disputa pelas duas vagas ao Senado na Bahia. O candidato do PT, Walter Pinheiro (PT) aparece com ‘chance alta’ de ser eleito, e Lídice da Mata (PSB) e César Borges (PR) possuem ‘chance média’. José Ronaldo e José Carlos Aleluia, os dois candidatos do DEM, são tidos como ‘baixa chance’. Para a classificação e definição dos nomes, o DIAP adotou critérios qualitativos e quantitativos que incluem aspectos posicionais (institucionais), reputacionais e decisionais, além de pesquisas eleitorais.

PINHEIRO COM ‘CHANCE ALTA’; LÍDICE E CÉSAR COM ‘MÉDIA’

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) publicou, nesta quinta-feira (8), projeções para a disputa pelas duas vagas ao Senado na Bahia. O candidato do PT, Walter Pinheiro (PT) aparece com ‘chance alta’ de ser eleito, e Lídice da Mata (PSB) e César Borges (PR) possuem ‘chance média’. José Ronaldo e José Carlos Aleluia, os dois candidatos do DEM, são tidos como ‘baixa chance’. Para a classificação e definição dos nomes, o DIAP adotou critérios qualitativos e quantitativos que incluem aspectos posicionais (institucionais), reputacionais e decisionais, além de pesquisas eleitorais.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

CARTILHA ORIENTA ELEITOR SOBRE CORRUPÇÃO


Para orientar o eleitor sobre a venda de voto em troca de acesso a serviços de saúde, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) lançou nesta quarta-feira (7) a cartilha Voto não Tem Preço, Saúde é seu Direito. O objetivo é municiar o eleitor de informações referentes ao funcionamento do Sistema Único de Saúde e informar a população sobre como e onde denunciar a corrupção. O material cita formas mais usuais de se cometer a delitos na saúde como a exigência de título de eleitor em troca de atendimento médico. O texto esclarece que a apresentação do título não pode ser obrigatório em postos de saúde ou hospitais para receber atendimento, medicamentos, qualquer bem ou serviço de saúde

CARTILHA ORIENTA ELEITOR SOBRE CORRUPÇÃO


Para orientar o eleitor sobre a venda de voto em troca de acesso a serviços de saúde, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) lançou nesta quarta-feira (7) a cartilha Voto não Tem Preço, Saúde é seu Direito. O objetivo é municiar o eleitor de informações referentes ao funcionamento do Sistema Único de Saúde e informar a população sobre como e onde denunciar a corrupção. O material cita formas mais usuais de se cometer a delitos na saúde como a exigência de título de eleitor em troca de atendimento médico. O texto esclarece que a apresentação do título não pode ser obrigatório em postos de saúde ou hospitais para receber atendimento, medicamentos, qualquer bem ou serviço de saúde

DENGUE CRESCE 120% NO BRASIL


O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (7) que o número de casos de dengue no Brasil subiu 120% este ano em comparação a 2009. Foram registrados mais de 737 mil pacientes com suspeita da doença até o dia 1º de maio, 2,2 vezes a mais do que o contabilizado no mesmo período do ano passado. Além da explosão do número de registros, a epidemia mostra força em várias partes do país. Doze estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência da infecção - mais de 300 ocorrências a cada 100 mil habitantes. São Paulo é o que apresenta o maior número de casos (185.966), seguido por Minas Gerais (158.207) e por Goiânia (80.055).