sábado, 12 de abril de 2014

ViaBahia: Duplicação da BR-116, trecho do Entroncamento de Jaguaquara está em segundo plano

Entroncamento de Jaguaquara - Foto original do Blog Ed Santos
Cinco vereadores de Jaguaquara deslocaram-se a Jequié nesta sexta-feira (11) para acompanhar a audiência pública realizada na Câmara Municipal, para apresentação do projeto de duplicação da BR-116, trecho compreendendo o Entroncamento de Jaguaquara até o município de Jequié, numa extensão de cerca de 40 quilômetros entre as cidades vizinhas. A audiência teve como finalidade a discussão entre autoridades, população e representantes da ViaBahia e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) dos principais pontos de elaboração do projeto de duplicação da rodovia, que margeia os dos municípios, no que tange aos aspectos positivos e negativos da obra em especial aos relacionados ao meio ambiente  e os que poderão afetar munícipes que residem à margem da estrada. O anúncio por parte do diretor-superintendente da ViaBahia, José Carlos Navas, de exclusão do perímetro urbano do Entroncamento de Jaguaquara na etapa inicial das obras foi considerado o ponto desagradável do encontro pelos parlamentares de Jaguaquara. Vereadores-em-audiência
Segundo José Carlos, a duplicação irá abranger 450 quilômetros da rodovia, mas as obras irão priorizar, em sua primeira etapa, os trechos considerados de maior volume de tráfego. ”Essa duplicação ela é função do volume de tráfego de cada trecho. Então, hoje, o volume de tráfego em Jequié é superior ao volume de Jaguaquara, porque mistura o tráfego de passagem com o municipal. Numa seleção de locais para serem duplicados, foram selecionados trechos de Vitória da Conquista e Jequié, mas em uma etapa posterior, certamente Jaguaquara será contemplada”, justifica. Navas afirma ainda que, na pior das hipóteses, o prazo máximo para contemplação com obras de duplicação da BR-116 no Entroncamento de Jaguaquara será de dois anos, enquanto os jequieenses comemoraram o anúncio dos serviços, que deverão ser iniciados em curto prazo em seu município – a empresa já deu entrada em todos os pedidos de desapropriação para a construção das obras e aguarda apenas a liberação da licença de instalação através do IBAMA. O presidente da Câmara de Jaguaquara, Francisnei Santos (PP) e o vereador Nildo Pirôpo (PT) chegaram a demandar explicações do diretor da ViaBahia sobre a possibilidade de incluir o município na etapa inicial dos trabalhos, mas José Carlos Navas afirmou que o projeto em sua primeira fase não poderá ultrapassar o limite de 40 quilômetros de extensão na região. Também representaram Jaguaquara no evento os parlamentares Adailson Mancha (PT), Jurandir Araújo (PT) e Jocemar Oliveira (PSD), além do vice-prefeito Raimundo Louzado (PSD).

Informações: Blog Marcos Frahm

ViaBahia: Duplicação da BR-116, trecho do Entroncamento de Jaguaquara está em segundo plano

Entroncamento de Jaguaquara - Foto original do Blog Ed Santos
Cinco vereadores de Jaguaquara deslocaram-se a Jequié nesta sexta-feira (11) para acompanhar a audiência pública realizada na Câmara Municipal, para apresentação do projeto de duplicação da BR-116, trecho compreendendo o Entroncamento de Jaguaquara até o município de Jequié, numa extensão de cerca de 40 quilômetros entre as cidades vizinhas. A audiência teve como finalidade a discussão entre autoridades, população e representantes da ViaBahia e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) dos principais pontos de elaboração do projeto de duplicação da rodovia, que margeia os dos municípios, no que tange aos aspectos positivos e negativos da obra em especial aos relacionados ao meio ambiente  e os que poderão afetar munícipes que residem à margem da estrada. O anúncio por parte do diretor-superintendente da ViaBahia, José Carlos Navas, de exclusão do perímetro urbano do Entroncamento de Jaguaquara na etapa inicial das obras foi considerado o ponto desagradável do encontro pelos parlamentares de Jaguaquara. Vereadores-em-audiência
Segundo José Carlos, a duplicação irá abranger 450 quilômetros da rodovia, mas as obras irão priorizar, em sua primeira etapa, os trechos considerados de maior volume de tráfego. ”Essa duplicação ela é função do volume de tráfego de cada trecho. Então, hoje, o volume de tráfego em Jequié é superior ao volume de Jaguaquara, porque mistura o tráfego de passagem com o municipal. Numa seleção de locais para serem duplicados, foram selecionados trechos de Vitória da Conquista e Jequié, mas em uma etapa posterior, certamente Jaguaquara será contemplada”, justifica. Navas afirma ainda que, na pior das hipóteses, o prazo máximo para contemplação com obras de duplicação da BR-116 no Entroncamento de Jaguaquara será de dois anos, enquanto os jequieenses comemoraram o anúncio dos serviços, que deverão ser iniciados em curto prazo em seu município – a empresa já deu entrada em todos os pedidos de desapropriação para a construção das obras e aguarda apenas a liberação da licença de instalação através do IBAMA. O presidente da Câmara de Jaguaquara, Francisnei Santos (PP) e o vereador Nildo Pirôpo (PT) chegaram a demandar explicações do diretor da ViaBahia sobre a possibilidade de incluir o município na etapa inicial dos trabalhos, mas José Carlos Navas afirmou que o projeto em sua primeira fase não poderá ultrapassar o limite de 40 quilômetros de extensão na região. Também representaram Jaguaquara no evento os parlamentares Adailson Mancha (PT), Jurandir Araújo (PT) e Jocemar Oliveira (PSD), além do vice-prefeito Raimundo Louzado (PSD).

Informações: Blog Marcos Frahm

A escola ideal

Trata-se de um tema polêmico, sobre o qual, especialistas e pessoas do meio escrevem, fazem críticas, apontam soluções, mas que no Brasil não são resolvidos alguns gargalos.
Há muito se critica a qualidade do ensino e a função da escola na preparação do cidadão. Os pais atribuem à escola o papel de toda formação sociocultural dos seus filhos. Se o menino trata mal alguém, a culpa é da escola onde estuda.
O ponto a se tratar aqui é o estado físico das escolas, de ponta a ponta do país danificados e totalmente rabiscados. São casos de total abandono reiteradamente mostrados pela televisão. Todos reclamam, sentem falta de uma escola bem cuidada, pintada e limpa. Mas isso tem se mostrado uma utopia, tanto que há algum tempo solicitei à Secretaria de Educação de São Paulo que apontasse uma – uma só – escola sem pichação nas paredes ou nos muros. A Secretaria repassou-me às delegacias e essas a cada escola. Esse pedido fica aqui formalizado a cada estado, a cada município e até a União.
Importante é saber como sair desse círculo vicioso e conseguir uma escola pública com um prédio minimamente bem cuidado, que forneça um ensino de qualidade. A resposta foi dada recentemente por uma diretora no programa Fantástico, da rede Globo. Muito convicta, disse que não existe uma fórmula e somente um conjunto de ações envolvendo do professor ao morador daquela comunidade pode constituir uma boa escola.
Ninguém é capaz de duvidar da existência de pessoas responsáveis pela preservação dos prédios escolares e de todos as edificações públicas. Mas se você perguntar ao diretor de uma escola por que os muros nunca são preservados, que ele possivelmente apontará a Polícia Militar pela parte externa e os alunos pelas paredes internas. Caso essas mesmas perguntas sejam dirigidas aos policiais, aos chefes de batalhões, eles apontarão para a sociedade, para seus superiores hierárquicos. Parece uma tática de generalizar o problema e assim difundir tanto a responsabilidade. Com isso, nem o problema é resolvido, nem há responsáveis pela perpetuação. Em São Paulo, para evitar pichações, numa demonstração de rendição absoluta, muitos estabelecimentos afixam placas com aviso de que colaboram com alguma instituição de grafiteiros.
Algumas, bem poucas, escolas se tornaram limpas e bem cuidadas com o envolvimento de todos os agentes. Foram criadas comissões de alunos, de pais e até de moradores da comunidade. Presume-se que, ao sentirem parte ativa da escola, aguça-se a afetividade e todos abraçam com maior zelo.
Nem mesmo o mobiliário é poupado da quebradeira. Mesas, cadeiras e armários viram lousas onde se escreve de tudo, quando não são apenas rabiscadas e quebradas; cortinas são rasgadas e outros utensílios riscados ou danificados. Na grande maioria nem os vasos e portas dos banheiros escapam. O que nunca se explica claramente é por que não se consegue evitar a quebradeira, nem se é feito alguma coisa para isso.
Atualmente, a escola não é um lugar nem aconchegante, nem limpo, nem seguro, nem agradável. Nos fins de semana, as quadras são invadidas por alunos e pessoas de fora da escola, sem acompanhamento e organização.
Quando se fala numa escola ideal, o primeiro pensamento que vem é a qualidade do ensino. No entanto, o espaço físico, ao invés de ser o cartão de visita, é o primeiro a simbolizar o abandono, a terra de ninguém que se tornaram as escolas públicas brasileiras. Mas quem ouvir as autoridades responsáveis pela Educação falarem sobre a estrutura das escolas, deduzirá que Noruega, Suíça, Japão, Canadá, entre outros, morrerão de inveja.
 Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bacharel em direito

"NÃO EXISTE DEMOCRACIA ONDE O VOTO É OBRIGATÓRIO"

A escola ideal

Trata-se de um tema polêmico, sobre o qual, especialistas e pessoas do meio escrevem, fazem críticas, apontam soluções, mas que no Brasil não são resolvidos alguns gargalos.
Há muito se critica a qualidade do ensino e a função da escola na preparação do cidadão. Os pais atribuem à escola o papel de toda formação sociocultural dos seus filhos. Se o menino trata mal alguém, a culpa é da escola onde estuda.
O ponto a se tratar aqui é o estado físico das escolas, de ponta a ponta do país danificados e totalmente rabiscados. São casos de total abandono reiteradamente mostrados pela televisão. Todos reclamam, sentem falta de uma escola bem cuidada, pintada e limpa. Mas isso tem se mostrado uma utopia, tanto que há algum tempo solicitei à Secretaria de Educação de São Paulo que apontasse uma – uma só – escola sem pichação nas paredes ou nos muros. A Secretaria repassou-me às delegacias e essas a cada escola. Esse pedido fica aqui formalizado a cada estado, a cada município e até a União.
Importante é saber como sair desse círculo vicioso e conseguir uma escola pública com um prédio minimamente bem cuidado, que forneça um ensino de qualidade. A resposta foi dada recentemente por uma diretora no programa Fantástico, da rede Globo. Muito convicta, disse que não existe uma fórmula e somente um conjunto de ações envolvendo do professor ao morador daquela comunidade pode constituir uma boa escola.
Ninguém é capaz de duvidar da existência de pessoas responsáveis pela preservação dos prédios escolares e de todos as edificações públicas. Mas se você perguntar ao diretor de uma escola por que os muros nunca são preservados, que ele possivelmente apontará a Polícia Militar pela parte externa e os alunos pelas paredes internas. Caso essas mesmas perguntas sejam dirigidas aos policiais, aos chefes de batalhões, eles apontarão para a sociedade, para seus superiores hierárquicos. Parece uma tática de generalizar o problema e assim difundir tanto a responsabilidade. Com isso, nem o problema é resolvido, nem há responsáveis pela perpetuação. Em São Paulo, para evitar pichações, numa demonstração de rendição absoluta, muitos estabelecimentos afixam placas com aviso de que colaboram com alguma instituição de grafiteiros.
Algumas, bem poucas, escolas se tornaram limpas e bem cuidadas com o envolvimento de todos os agentes. Foram criadas comissões de alunos, de pais e até de moradores da comunidade. Presume-se que, ao sentirem parte ativa da escola, aguça-se a afetividade e todos abraçam com maior zelo.
Nem mesmo o mobiliário é poupado da quebradeira. Mesas, cadeiras e armários viram lousas onde se escreve de tudo, quando não são apenas rabiscadas e quebradas; cortinas são rasgadas e outros utensílios riscados ou danificados. Na grande maioria nem os vasos e portas dos banheiros escapam. O que nunca se explica claramente é por que não se consegue evitar a quebradeira, nem se é feito alguma coisa para isso.
Atualmente, a escola não é um lugar nem aconchegante, nem limpo, nem seguro, nem agradável. Nos fins de semana, as quadras são invadidas por alunos e pessoas de fora da escola, sem acompanhamento e organização.
Quando se fala numa escola ideal, o primeiro pensamento que vem é a qualidade do ensino. No entanto, o espaço físico, ao invés de ser o cartão de visita, é o primeiro a simbolizar o abandono, a terra de ninguém que se tornaram as escolas públicas brasileiras. Mas quem ouvir as autoridades responsáveis pela Educação falarem sobre a estrutura das escolas, deduzirá que Noruega, Suíça, Japão, Canadá, entre outros, morrerão de inveja.
 Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
   Bacharel em direito

"NÃO EXISTE DEMOCRACIA ONDE O VOTO É OBRIGATÓRIO"

sexta-feira, 11 de abril de 2014

ITIRUÇU: REALIZADO NESTA SEXTA PASSEATA DO DIA DA SAÚDE NA ESCOLA



Alunos da rede pública de ensino, professores e profissionais da saúde foram as ruas de Itiruçu nesta sexta (11) para celebrarem o Dia da Saúde nas Escolas.
Com faixas e carros de propagandas, todos buscaram levar mais conscientização aos itiruçuenses, sobre saúde e qualidade de vida. Os temas abordados foram desde alimentação saudável, exercícios físicos, entre outros. 
O evento organizado pelas Secretarias de Saúde e Educação, além do Ministério da Saúde, começou por voltas das 8:30 da manhã e finalizou por voltas das 9:40, percorrendo desde o Colégio Adalicio Silva, passando pelo bairro do Itiruçuzinho, Praças Juscelino Kubitschek e Vivaldo Bastos, finalizando na Praça Gilberto Scaldaferri (Praça da Feira).




ITIRUÇU: REALIZADO NESTA SEXTA PASSEATA DO DIA DA SAÚDE NA ESCOLA



Alunos da rede pública de ensino, professores e profissionais da saúde foram as ruas de Itiruçu nesta sexta (11) para celebrarem o Dia da Saúde nas Escolas.
Com faixas e carros de propagandas, todos buscaram levar mais conscientização aos itiruçuenses, sobre saúde e qualidade de vida. Os temas abordados foram desde alimentação saudável, exercícios físicos, entre outros. 
O evento organizado pelas Secretarias de Saúde e Educação, além do Ministério da Saúde, começou por voltas das 8:30 da manhã e finalizou por voltas das 9:40, percorrendo desde o Colégio Adalicio Silva, passando pelo bairro do Itiruçuzinho, Praças Juscelino Kubitschek e Vivaldo Bastos, finalizando na Praça Gilberto Scaldaferri (Praça da Feira).




ITIRUÇU ENTRE AS 335 PREFEITURAS FECHADAS DA BAHIA NESTA SEXTA

Como parte da mobilização nacional que pede mais verba para os municípios, 336 prefeituras do interior da Bahia, entre elas a de Itiruçu, estão de portas nesta sexta-feira (11). Segundo Maria Quitéria, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), a estagnação das receitas municipais coloca as prefeituras em uma situação de vulnerabilidade, sem autonomia nem condições de melhorar os serviços públicos e investir em infraestrutura. Os prefeitos reivindicam mais recursos e buscam pressionar o congresso para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional PEC 39/2013, que aumenta em dois pontos percentuais os repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a reformulação da lei do ISS (Imposto Sobre Serviço), isto para que o tributo seja repassado ao município onde reside o tomador do serviço ao contrário do que ocorre hoje,  e apreciação do Supremo Tribunal Federal da lei que redistribui os royalties do petróleo e gás de forma igualitária entre os municípios da federação.

ITIRUÇU ENTRE AS 335 PREFEITURAS FECHADAS DA BAHIA NESTA SEXTA

Como parte da mobilização nacional que pede mais verba para os municípios, 336 prefeituras do interior da Bahia, entre elas a de Itiruçu, estão de portas nesta sexta-feira (11). Segundo Maria Quitéria, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), a estagnação das receitas municipais coloca as prefeituras em uma situação de vulnerabilidade, sem autonomia nem condições de melhorar os serviços públicos e investir em infraestrutura. Os prefeitos reivindicam mais recursos e buscam pressionar o congresso para a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional PEC 39/2013, que aumenta em dois pontos percentuais os repasses ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a reformulação da lei do ISS (Imposto Sobre Serviço), isto para que o tributo seja repassado ao município onde reside o tomador do serviço ao contrário do que ocorre hoje,  e apreciação do Supremo Tribunal Federal da lei que redistribui os royalties do petróleo e gás de forma igualitária entre os municípios da federação.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

ITIRUÇU: CARRO COM 5 OCUPANTES CAI EM RIBANCEIRA NA ZONA RURAL DO MUNICIPIO

Um veículo Gol de cor prata e placa NYX 3161 de Itiruçu, capotou vindo a cair em uma ribanceira na zona rural do município, entre o Distrito de Upabuçu e a cidade Itiruçu.  O acidente aconteceu por volta do meio  dia desta última quarta-feira.  Dentro do carro viajavam 5 jovens que voltavam de funeral em Upabuçu.
Segundo testemunhas, o sinistro ocorreu após o condutor perder o controle do veículo na curva da conhecida "Barragem de Bazinho" já no Povoado Vitória.  Os ocupantes foram socorridos por uma ambulância e conduzidos ao Hospital Municipal Pedro Pimentel Ribeiro, em Itiruçu.  Dois dos ocupantes de nomes não divulgados, sendo menores de idade, foram transferidos para o HGPV na cidade de Jequié, mas não correm risco de morte.

Foto: Itiruçu Online