quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Jaguaquara: Servidores questionam prefeito sobre atraso nos salários e paralisam sua atividades nesta quarta



Servidores municipais de Jaguaquara surpreenderam o prefeito Giuliano Martinelli (PP) na tarde de ontem terça-feira (15), quando ele passava em frente ao Sindicato dos Servidores Públicos naquela cidade. Os trabalhadores reclamaram com o prefeito sobre o atraso no pagamento dos salários do mês de dezembro. Martinelli, após ouvir os reclames, pediu paciência aos funcionários, prometendo se empenhar para tomar medidas que resultem no pagamento dos salários, mas esclareceu que a Prefeitura ainda não está em condição de sanar o problema. Depois da conversa com a população, o prefeito adentrou no prédio do SINDSERJ onde participo de uma rápida reunião com o Sindicato, onde lhes falou de uma paralisação para esta quarta (16).
Segundo a presidente do Sindicato, Nilzete Dantas, Giuliano não se mostrou contrário à paralisação e disse ser compreensível com a categoria, garantindo que dará uma resposta definitiva sobre a resolução da problemática no final deste mês. 
Na assembleia, os servidores da Prefeitura de Jaguaquara, decidiram, em sua maioria, que paralisarão suas atividades nesta quarta-feira(16) para realizarem um ato público no centro da cidade. 
Os trabalhadores já reclamam, que estão devendo no comércio local, demonstram-se desesperados com a situação e muitos dizem está passando dificuldades até na alimentação. A manifestação ocorreu nesta quarta (16) por volta da 9 da manhã. Foto: Marcos Frahm

Jaguaquara: Servidores questionam prefeito sobre atraso nos salários e paralisam sua atividades nesta quarta



Servidores municipais de Jaguaquara surpreenderam o prefeito Giuliano Martinelli (PP) na tarde de ontem terça-feira (15), quando ele passava em frente ao Sindicato dos Servidores Públicos naquela cidade. Os trabalhadores reclamaram com o prefeito sobre o atraso no pagamento dos salários do mês de dezembro. Martinelli, após ouvir os reclames, pediu paciência aos funcionários, prometendo se empenhar para tomar medidas que resultem no pagamento dos salários, mas esclareceu que a Prefeitura ainda não está em condição de sanar o problema. Depois da conversa com a população, o prefeito adentrou no prédio do SINDSERJ onde participo de uma rápida reunião com o Sindicato, onde lhes falou de uma paralisação para esta quarta (16).
Segundo a presidente do Sindicato, Nilzete Dantas, Giuliano não se mostrou contrário à paralisação e disse ser compreensível com a categoria, garantindo que dará uma resposta definitiva sobre a resolução da problemática no final deste mês. 
Na assembleia, os servidores da Prefeitura de Jaguaquara, decidiram, em sua maioria, que paralisarão suas atividades nesta quarta-feira(16) para realizarem um ato público no centro da cidade. 
Os trabalhadores já reclamam, que estão devendo no comércio local, demonstram-se desesperados com a situação e muitos dizem está passando dificuldades até na alimentação. A manifestação ocorreu nesta quarta (16) por volta da 9 da manhã. Foto: Marcos Frahm

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

OUÇA ENTREVISTA COM O CONSULTOR DA APLB JOEL CÂMARA


Ouça  a entrevista na integra que fizemos com o consultor da APLB Sindicato, Joel Câmara, sobre a situação do não pagamento dos funcionários, principalmente da Educação, por parte da Prefeitura de Jaguaquara, referente ao mês de Dezembro de 2012.
Sobre Itiruçu, o consultor afirmou que não iria pronunciar-se, pois como cada caso é um caso, o caso itiruçuense deverá ser analisado de forma separada e em outra ocasião.
Obs: Dê uma pausa no sinal da radio acima e play ao lado.

OUÇA ENTREVISTA COM O CONSULTOR DA APLB JOEL CÂMARA


Ouça  a entrevista na integra que fizemos com o consultor da APLB Sindicato, Joel Câmara, sobre a situação do não pagamento dos funcionários, principalmente da Educação, por parte da Prefeitura de Jaguaquara, referente ao mês de Dezembro de 2012.
Sobre Itiruçu, o consultor afirmou que não iria pronunciar-se, pois como cada caso é um caso, o caso itiruçuense deverá ser analisado de forma separada e em outra ocasião.
Obs: Dê uma pausa no sinal da radio acima e play ao lado.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

JAGUAQUARA: NÃO TERÁ JORNADA PEDAGÓGICA E NEM ANO LETIVO SE NÃO SAIR OS SALÁRIOS, GARANTE APLB


Funcionários da Educação
Professores e funcionários da educação de Jaguaquara estiveram em frente a Prefeitura de Jaguaquara durante toda a tarde desta segunda feira (14), aguardando a decisão sobre uma negociação entre a APLB o prefeito Giuliano Martinelli e funcionários jurídicos de Jaguaquara referente ao não pagamentos dos salários de Dezembro do ano passado (2012).
O consultor da APLB Sindicato da Bahia Joel Câmara falou em entrevista a nossa reportagem, sobre a questão , especialmente os da educação. Ele se disse indignado com o fato do ex gestor não ter pago o que é de direto do trabalhador.
A primeira questão apontada pelo consultor é que não justifica a prefeitura ter ficado devendo, uma vez que a receita de 2012 foi no entorno 20 milhões e 824 mil reais, com uma despesa de apenas 15 milhões de reais, isto dentro dos 60% do FUNDEB, incluindo os demais 40% daria pouco mais 20 milhões, argumentando que se a prefeitura pagasse em dias os salários de Janeiro a Dezembro de 2012 incluindo o 13º e o terço de férias iria comprometer apenas 96, 9% da receita, ou seja, sobraria ainda em torno de seiscentos e vinte e cinco mil reais. Segundo Joel, a prefeitura não pagou todas as suas obrigações e só sobrou apenas vinte e sete mil reais. Como a Prefeitura não pagou o mês de Dezembro teria que sobrar algo em torno de dois milhões e duzentos mil reais. Então como justifica não pagar e ao invés de sobrar estes dois milhões e duzentos mil, sobrar apenas vinte e sete mil reais?
Joel Câmara consultor da APLB, em pronunciamento com a categoria
Foto: Ed Santos.
A segunda questão é que a categoria não abrirá mão do recebimento integral do salário e a prefeitura não poderá utilizar da receita do mês de Janeiro para pagar Dezembro. Primeiro por que a lei de regime de competência não permite. Segundo é que não será aceito retirar o dinheiro da categoria para pagar débitos anteriores com a mesmo categoria. "Assim seria nós mesmos e não a prefeitura que estaria pagando a divida, por que o dinheiro de Janeiro já é para o mês de Janeiro e não para Dezembro." É a prefeitura e o gestor passado que terá que dá conta desse dinheiro a Fazenda Pública e ao FUNDEB." garantiu o consultor.
Foi marcada uma nova rodada de discussão para o dia 29 ás 8 da manhã, e uma assembleia nesse mesmo dia as 14h para fechar a questão.
Joel Câmara falou que ficou claro que houve uma irresponsabilidade por parte da gestão passada, más que a atual não apresentou explicação. Segundo o mesmo, a categoria  apresentou a prefeitura a proposta de usar as receita do FPM entre outras para quitar estas dividas ainda este mês. Foi feito também a proposta de jogar o terço de ferias para Fevereiro afim de amortizar o impacto.
Joel afirmou que a participação nas jornadas pedagógicas e o inicio do ano letivo está condicionado a resolução deste problema.
Questionado sobre a expectativa que o mesmo obteve na reunião, Joel afirmou que não conhecia o Prefeito Giuliano Martinelli, mas que teve boas impressões com ele e com sua equipe técnica apesar da divergências, e que pelo fato do gestor ter se mostrado sensível a resolver os problemas, o consultor disse se manter confiante num final feliz para a problemática.

JAGUAQUARA: NÃO TERÁ JORNADA PEDAGÓGICA E NEM ANO LETIVO SE NÃO SAIR OS SALÁRIOS, GARANTE APLB


Funcionários da Educação
Professores e funcionários da educação de Jaguaquara estiveram em frente a Prefeitura de Jaguaquara durante toda a tarde desta segunda feira (14), aguardando a decisão sobre uma negociação entre a APLB o prefeito Giuliano Martinelli e funcionários jurídicos de Jaguaquara referente ao não pagamentos dos salários de Dezembro do ano passado (2012).
O consultor da APLB Sindicato da Bahia Joel Câmara falou em entrevista a nossa reportagem, sobre a questão , especialmente os da educação. Ele se disse indignado com o fato do ex gestor não ter pago o que é de direto do trabalhador.
A primeira questão apontada pelo consultor é que não justifica a prefeitura ter ficado devendo, uma vez que a receita de 2012 foi no entorno 20 milhões e 824 mil reais, com uma despesa de apenas 15 milhões de reais, isto dentro dos 60% do FUNDEB, incluindo os demais 40% daria pouco mais 20 milhões, argumentando que se a prefeitura pagasse em dias os salários de Janeiro a Dezembro de 2012 incluindo o 13º e o terço de férias iria comprometer apenas 96, 9% da receita, ou seja, sobraria ainda em torno de seiscentos e vinte e cinco mil reais. Segundo Joel, a prefeitura não pagou todas as suas obrigações e só sobrou apenas vinte e sete mil reais. Como a Prefeitura não pagou o mês de Dezembro teria que sobrar algo em torno de dois milhões e duzentos mil reais. Então como justifica não pagar e ao invés de sobrar estes dois milhões e duzentos mil, sobrar apenas vinte e sete mil reais?
Joel Câmara consultor da APLB, em pronunciamento com a categoria
Foto: Ed Santos.
A segunda questão é que a categoria não abrirá mão do recebimento integral do salário e a prefeitura não poderá utilizar da receita do mês de Janeiro para pagar Dezembro. Primeiro por que a lei de regime de competência não permite. Segundo é que não será aceito retirar o dinheiro da categoria para pagar débitos anteriores com a mesmo categoria. "Assim seria nós mesmos e não a prefeitura que estaria pagando a divida, por que o dinheiro de Janeiro já é para o mês de Janeiro e não para Dezembro." É a prefeitura e o gestor passado que terá que dá conta desse dinheiro a Fazenda Pública e ao FUNDEB." garantiu o consultor.
Foi marcada uma nova rodada de discussão para o dia 29 ás 8 da manhã, e uma assembleia nesse mesmo dia as 14h para fechar a questão.
Joel Câmara falou que ficou claro que houve uma irresponsabilidade por parte da gestão passada, más que a atual não apresentou explicação. Segundo o mesmo, a categoria  apresentou a prefeitura a proposta de usar as receita do FPM entre outras para quitar estas dividas ainda este mês. Foi feito também a proposta de jogar o terço de ferias para Fevereiro afim de amortizar o impacto.
Joel afirmou que a participação nas jornadas pedagógicas e o inicio do ano letivo está condicionado a resolução deste problema.
Questionado sobre a expectativa que o mesmo obteve na reunião, Joel afirmou que não conhecia o Prefeito Giuliano Martinelli, mas que teve boas impressões com ele e com sua equipe técnica apesar da divergências, e que pelo fato do gestor ter se mostrado sensível a resolver os problemas, o consultor disse se manter confiante num final feliz para a problemática.

ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE LEITE DE ITIRUÇU FECHARÁ AS PORTAS AINDA NESTA SEMANA


Em conversa rápida sobre a questão da produção do laticínio na região, o senhor Juvenal, presidente da Associação dos Produtores de Leite de Itiruçu, afirmou que a Associação deverá fechar as portas a partir desta terça feira (15). 
Um dos motivos apresentados foi a questão da seca que trouxe como consequência  a redução na produção leiteira  Isto por que o gado não tem comida e nem o que beber, sem contar a baixa no numero de animais. Assim, segundo o presidente, o órgão já está operando no vermelho. "Devido aos eminentes prejuízos é melhor fechar as portas."
Antes todo o leite coletado no município de Itiruçu, passava pelos reservatórios da Associação, eram refrigerados, e em seguida enviado a Jequié para pasteurização e purificado.
Agora com a produção bem reduzida, tornou-se inviável manter o funcionamento dos equipamentos, contou o presidente da Associação.

ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE LEITE DE ITIRUÇU FECHARÁ AS PORTAS AINDA NESTA SEMANA


Em conversa rápida sobre a questão da produção do laticínio na região, o senhor Juvenal, presidente da Associação dos Produtores de Leite de Itiruçu, afirmou que a Associação deverá fechar as portas a partir desta terça feira (15). 
Um dos motivos apresentados foi a questão da seca que trouxe como consequência  a redução na produção leiteira  Isto por que o gado não tem comida e nem o que beber, sem contar a baixa no numero de animais. Assim, segundo o presidente, o órgão já está operando no vermelho. "Devido aos eminentes prejuízos é melhor fechar as portas."
Antes todo o leite coletado no município de Itiruçu, passava pelos reservatórios da Associação, eram refrigerados, e em seguida enviado a Jequié para pasteurização e purificado.
Agora com a produção bem reduzida, tornou-se inviável manter o funcionamento dos equipamentos, contou o presidente da Associação.

sábado, 12 de janeiro de 2013

ITIRUÇU: FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMEÇAM 2013 SEM SALÁRIOS

Funcionários públicos da prefeitura de Itiruçu, estão vivendo dias difíceis. Isto porque não receberam seu salários referentes ao mês de Dezembro. Depois da apreensão causada por uma nota divulgada pela atual gestão afirmando que não pagaria os vencimentos da gestão passada, os funcionários agora entendem que a divida é da prefeitura e não do gestor, não importando quem seja o prefeito, começa a exigir o pagamento dos seus salários. O prazo para que o pagamento fosse feito vai até os primeiros cinco dias uteis do mês, não contando o feriado, sábado e domingo. Como o prazo venceu no passado dia 8, agora a prefeitura ficou inadimplente com seus servidores e muitos já se queixam de dificuldades para comprar até alimentos e pagarem suas contas. 
Segundo informações, servidores já cogitam realizarem protestos e acionarem a justiça afim de receber o que lhes é de direito.
O prefeito Wagner Novaes (PSDB) alega que a prefeitura passa por dificuldades e diz não ter dinheiro para fazer os pagamentos acusando a gestão passado de não ter deixado as folhas de pagamentos, inclusive fechou a prefeitura para atendimento ao publico por 10 dias, decretou situação de emergência por 90 dias na prefeitura, prorrogável por igual período e fechou postos de saúde, sob a alegação de estarem "arrumando para melhor atender ao público".
Já o ex prefeito Carlinhos (PT), não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas testemunhas dizem que  viram e sabem que o mesmo deixou sim os vencimentos prontos para que os funcionários sacassem os salários a partir do dia 2 de janeiro.
Diante dos impasses, o que o povo quer mesmo é receber o que lhes é de direito e muitos já estão se cansando das desculpas e dos falatórios politiqueiros de grupos políticos de oposição e situação com o assunto que se espalham pela cidade.